22/03/2018

E lá passamos nós por mais um final de "Arquivo X"!

Resultado de imagem para the x files season 11Meu Deus! Que final foi aquele da 11ª Temporada?

Posso confessar à todos os meus leitores que estou satisfeita! Hei, não xinga!

O tio Chris Carter é um véio meio estranho, mas o final foi tão romanticuzinho que eu amei! Tá bom que faltou um beijinho, mas tudo bem! Fanfics existem para isso! Cenas deletadas também!

Achei o episódio eletrizante e bem construído. Melhor do que eu esperava! Digo que eu estava com medo da merda que viria!

Vidas importantes foram perdidas. Concordo que foi desnecessário, mas Mulder e Scully estavam lá!

Vi muitos comentários sobre a descaracterização da Dana Scully. Concordo! Foi até um pouco de machismo, mas aí penso nas consequências e acho que ela estava se preservando...

Estou ainda em surto pela última hora vidrada na tela do computador... Terei de ver de novo e de novo e de novo e de novo...

Este é um final que aceito! O melhor final possível! O melhor final de série que já vi... (tá bom! Eu gostei do final de Glee, chorei como uma vaca....)

"Arquivo X" teve um desfecho decente... apesar que muita coisa ficou por explicar, mas o nosso universo é assim, então, forget it!

E a minha linda "sobrinha"? Madeleine West Duchovny é uma mistura tão fofa do pai e da mãe que eu tenho vontade de roubá-la e brincar de boneca com ela. Tudo bem que ela já é uma mulher, mas é um docinho! Ainda tem que aprender muito com papai e mamãe, mas achei muito boa sua personagem no episódio.

Acho que pode finalizar por aí! Se houver 12ª temporada, ok! Caso contrário, acho que já finalizou!

Que mais posso comentar?

Vão assistir à temporada e ao último episódio. Depois, junte-se à nós e venha comentar.

02/03/2018

#4 - Crepúsculo e a Filosofia: Vampiros, Vegetarianos e a Busca pela Imortalidade, William Irvin

Resultado de imagem para crepúsculo e a filosofia capaEste ano, estou com as leituras um tanto devagar.

O quarto livro do ano é "Crepúsculo e Filosofia".

O livro tem artigos interessantes, porém enrolei muito para terminar. Alguns artigos foram leitura massantes.

Não suscitou grandes discussões a respeito da Saga Crepúsculo. Uma das reflexões propostas foi de que a personagem Bella é feminista. Fato do qual discordo.

Não falarei muito, porque acho que tudo vale ser lido, apreciado e, depois, cada um tirar suas próprias conclusões.

23/02/2018

Fanfic "Power Rangers": Uma Boa Companhia


Título: Uma Boa Companhia
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Sinopse: Pós Forever Red. Kimberly e Tommy se reencontram.
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa estória. Pertencem a Disney, Saban e companhia limitada e a seus respectivos atores.
Data de início: 24/11/2008
Data de término: 29/11/2018
----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Tommy Oliver estava voltando para casa, após a última missão, quando seu celular tocou.
- Alô? – ele ligou o viva-voz.
- Tommy? – uma voz feminina falou.
- Sim. – ele não podia acreditar.
- Estaciona no acostamento. Estou atrás de você e não quero que sofra um acidente. – ela desligou.
Tommy parou no acostamento e logo viu Kimberly Hart aparecer do lado de fora do carro. Ele abriu a porta e ela entrou no lado do passageiro.
- Você está bem? – ela perguntou.
- Kimberly? – ele não acreditava.
- Sou eu, Tommy. O Jason disse que era chegada a hora de te ver novamente. Eu não consegui te pegar lá na base, então eu te segui.
- O que você quer?
- Conversar com você. Posso seguir você?
- Pode. Estou indo para Costa dos Arrecifes, onde eu moro.
- Posso ir para sua casa?
- Kimberly, eu não sei.
- Por favor, Tommy. – ela pediu com lágrimas picando seus olhos.
- Tudo bem. Qualquer coisa, você me liga, ok?
- Obrigada.
Algum tempo depois, estacionava na frente da casa de Tommy. Desceram do carro e olharam-se.
- Tommy, eu serei breve.
- Não, Kimberly. Você passa essa noite aqui. Dirigiu muito. Vamos entrar. Está esfriando.
Os amigos entraram na casa, cada um carregando sua bagagem.
- Tommy, eu não vou te incomodar?
- Não. Vai pagar sua estadia ajudando-me a limpar a casa. Topas?
- Claro que topo. Adoro limpeza.
- Vem que eu vou te mostrar a casa e seu quarto.
- Tommy, eu não me sinto à vontade…
- Eu te entendo.
- Obrigada.
- Mas, eu insisto.
- Eu aceito fica, Tommy. – Kimberly riu nervosa.
Ele mostrou a casa a ela feliz.
- E este é meu quarto. Podemos fazer uma sessão de cinema aqui.
- Estou cansada, Tommy. E você também deve estar.
- Eu pensei que podíamos jantar e assistir a um filminho.
- Tudo bem. Você sabe como me convencer, né?
Em uma hora, os amigos estavam sentados na cama de Tommy. Eles comiam pizza e tomavam refrigerante.
- Faz tempo que eu não tinha uma boa companhia.
- Tommy, isso é uma cantada?
- Pode ser. Se você quiser.
O filme acabou e Kimberly dormia. Tommy levou-a para o quarto ao lado.
Depois de um tempo, ouviu um grito. Levantou-se, abriu a porta do quarto e encontrou uma chorosa Kimberly enrolada no edredom.
- O que foi? – ele disse preocupado.
- Eu tive um pesadelo, Tommy.
- Quer me contar?
- Posso dormir aqui?
- Claro. Entra. – Tommy pegou-a pela mão e foram sentar na cama – O que aconteceu?
- Foi só um sonho ruim.
- Tudo bem. – Tommy abraçou Kim – Está tudo bem.
Ao se separarem, não resistiram e trocaram um beijo apaixonado. Entregaram-se à paixão.

Fim

21/02/2018

Fanfic "Arquivo X": Você sempre me encontra


Título: Você sempre me encontra
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa estória. Pertencem a 20 th Century Fox, a Chris Carter, a 1013.
Sinopse: Scully recorda de sua abdução e tem pesadelos.
Timeline: 3ª Temporada.
Data de início: 10/03/2009.
Data de término: 17/03/2009.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Dana Scully estava deitada em uma cama de metal. Sentia muito frio. Uma luz branca e muito forte ofuscava sua visão. Sentia muita dor pelo corpo causada pelos testes que os médicos que a cercavam realizavam.
Queria gritar, mas não conseguia. Chorar de nada adiantaria.
No início, olhava para os lados e só via aqueles seres realizando testes em seu corpo. Aos poucos, foi percebendo outras mulheres na mesma situação que ela.
A dor só aumentava e sentiu uma picada. Tudo escureceu.
Scully acordou chorando. Esses sonhos a perseguiam desde que encontrara aquele grupo de mulheres abduzidas.
Ela tremia e chorava. Não pensou. Pegou o telefone e ligou para seu parceiro, Fox Mulder.
- Mulder.
- Sou eu.
- Você está bem, Scully? Por que está chorando?
- Eu estou bem. Desculpe ter ligado.
- Não desligue, Scully. – Mulder disse exasperado, mas já era tarde, ela havia desligado.
Mulder tentou retornar a ligação, mas ela não respondia à seus telefonemas. Preocupado, levantou-se do sofá e foi se arrumar para sair. Olhou o relógio antes de sair do apartamento. Eram duas horas da manhã.
Algum tempo depois, Mulder batia à porta do apartamento de Scully. Ela não abriu. Então, ele pegou a chave que ela lhe dera e entrou.
- Scully? – ele chamou, mas não obteve resposta – Scully, sou eu.
Adentrou o apartamento com cuidado, mas não encontrou a parceira. Ela não havia levado nada. Então, teve um pressentimento. Subiu até o último andar do prédio. Ao chegar ao telhado, cuidadosamente procurou pela parceira.
- Você me encontrou. – Scully sussurrou.
Mulder, então, viu Scully encostada em um cubo de concreto.
- Você está bem? – Mulder aproximou-se calmo.
- Estou bem e não ia me matar.
- Eu sei disso. – Mulder sentou ao lado dela – Está frio. Por que subiu até aqui?
- Eu queria ver o céu.
- Algo em especial?
- Não sei, Mulder.
- Dana, por que não descemos e conversamos no seu apartamento? Estou congelando. Você não está com frio?
- Eu não quero voltar para casa.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não.
- Estava chorando?
- Não.
Mulder observou-a. Scully olhava para o céu, pensativa e seus olhos pareciam vermelhos.
- Seus olhos estão vermelhos. A poluição está irritando seus olhos. Não quer descer e lavá-los?
- Tudo bem. – Scully suspirou.
Mulder levantou do chão e ajudou-a a ficar em pé. Abraçou-a cautelosamente.
Minutos depois, Mulder entrava com Scully no apartamento. Levou-a até o sofá e envolveu-a com seu casado. Sentou ao lado dela e falou:
- Eu sei que dentro de você algo está em conflito, mas se não dividir comigo, não saberei como te ajudar.
- Não é nada.
- Isso é um começo. Um nada que está te incomodando. E esse vazio está mexendo com você de que forma?
- Estou com medo de ficar no meu apartamento.
- Quer ir para o meu?
- Você me leva?
- Claro. Acha que consegue pegar suas coisas?
- Dê-me cinco minutos.
- Tudo bem.
Ela devolveu o casaco à ele e sumiu no corredor.
Dez minutos depois, saiam do apartamento de Scully.
No trajeto, Scully parecia se assustar facilmente com tudo. Cochilou algumas vezes, mas acordava sobressaltada.
- Mulder, você tem tido pesadelos?
- Eu não durmo há algumas noites, Scully.
- Devo estar sugestionada.
- Você tem pesadelos?
- Sim.
- Nos últimos tempos?
- Nas últimas semanas.
- E se repetiu nessa madrugada?
- Sim.
- Quer me falar sobre isso?
- Você achará estranho.
- Eu sou estranho.
- Vou esperar chegarmos no seu apartamento.
- Tudo bem, Scully.
Quando chegaram ao apartamento de Mulder, Scully sentou-se no sofá e agarrou um dos travesseiros de Mulder.
- Quer me contar agora?
- Quero, Mulder. – Scully tirou o casaco que usava por cima do pijama.
- Vou fazer um chá para nós.
- Obrigada.
Em minutos, os agentes estavam sentados frente a frente no sofá, tomando chá.
- Estou pronta, Mulder.
- Estou ouvindo.
- Os sonhos causam dor. É um lugar com uma luz forte… Estou deitada numa maca de metal. Sinto frio e medo. É um cenário típico das suas histórias de abduções.
- Isso te assusta?
- Sim. – Scully olhou para a xícara.
- Tudo bem, Scully. Se quiser continuar, estarei te ouvindo.
- Muitas cenas são borrões, outras muito claras.
- Seu apartamento te assusta por quê?
- É sempre nele que tenho os pesadelos.
- E quando está na casa de sua mãe?
- Raro.
- E quando estamos em um caso?
- Às vezes.
- Scully, eu quero te ajudar. Você me permite?
- Ajude-me, Mulder. – ela olhou para ele chorando.
- Nós podemos tentar outro terapeuta.
- Estou cansada.
- Vou trazer um cobertor para você.
- Acho que não consigo dormir.
- E se eu te ajudar?
- Não quero tomar remédio.
- Não vou te medicar. Vou te ajudar a dormir.
Mulder pegou as xícaras e colocou-as na mesinha de centro. Pegou o lençol e envolveu a parceira. Abraçou-a e sentiu a resistência dela.
- O que é isso, Mulder?
- Vou te proteger, Scully.
Então, Scully deitou no colo do parceiro.
- Durma, Dana. Está quase amanhecendo.
- E você?
- Estou bem.
Scully acordou algumas horas depois e viu Mulder dormindo sonoramente. Devagar, ela se levantou e ficou observando o parceiro dormir. Algum tempo depois, levantou do sofá, fez sua higiene, trocou de roupa e voltou à sala.
- Bom dia, Dana. – Mulder abriu os olhos.
- Bom dia, Mulder. – Scully sentou ao lado dele – Obrigada.
- Não tem de quê.
- Estou indo.
- Tudo bem.
- Quer almoçar na casa de mamãe?
- Não, obrigado. Tenho planos.
- Vem comigo, por favor.
- O que há, Scully?
- Não estou bem para ir sozinha.
- Está bem. Eu vou. Dê-me quinze minutos.
Algumas horas depois, Mulder e Scully chegavam à casa de Margareth Scully. Almoçaram com a família. À tarde, Scully estava deitada em seu antigo quarto.
- Dana? – Mulder bateu na porta.
- Entre, Mulder.
- Já vou. Vim me despedir. – ele colocou a cabeça para dentro do quarto.
- Fique, por favor. – ela choramingou.
Mulder entrou no quarto, fechou a porta e aproximou-se da parceira.
- Sonhou de novo?
- Sim. Faça ir embora.
Mulder sentou na cama ao lado de Scully e falou:
- Estou aqui.
- Proteja-me. – Scully sentou e abraçou o parceiro – Faz o sonho ir embora, por favor.
- Olhe nos meus olhos, Scully. – Mulder segurou-lhe o rosto e beijou-a na boca apaixonadamente.
Quando se separaram, Scully falouo:
- Agora que você me encontrou, tudo ficou melhor.
E o casal voltou a se beijar.

Fim

20/02/2018

Fanfic "The Librarians": Eu confio em você


Título: Eu confio em você
Autora: Rosa Maria Martins Lancellotti
Disclaimer: The Librarians não é meu. Foi criado pelo genial Dean Devlin e a ele pertence.
Sinopse: Pós And The Reunion of Evil.
Data de início: 30/10/2017
Data de término: 31/10/2017
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Cassandra Cillian estava deitada em sua cama. Não conseguia dormir. Seu celular tocou. Era Jacob Stone.
- Hei, Cassie. – ela sentou na cama – Eu te acordei?
- Não. Você está bem?
- Sim. Sem sono.
- Eu também.
- Stone?
- Hum?
- Posso falar uma coisa?
- Claro, minha querida.
- Eu confio em você.
- Eu sei, Cassie.
- Eu confio minha vida a você. E fico grata por você ter confiado em mim.
- Cassie, eu confio em você. Eu me arrependo do que te falei. Você é minha amiga. Minha melhor amiga.
- E você, o meu melhor amigo.
- Quer dar uma volta na madrugada?
- Não, mas sinto a necessidade de te ver. De ter sua mão apertando a minha. De seus braços ao meu redor.
- Cassie, posso ir para sua casa?
- Eu adoraria, mas você bebeu e…
- Eu preciso de você, meu amor. Preciso de suas mãos e seus braços também.
- Jake?
- Hum?
- Eu te amo.
- Eu te amo, Cassandra.
- É mais fácil falar por telefone, né?
- Sim.
- Jake, quero muito você aqui do meu lado.
- Dê-me duas horas e estaremos juntos. – Stone desligou o telefone e tomou um banho frio.
Em uma hora, estava à porta do apartamento de Cassandra.
- Jake! – ela abriu a porta.
- Oi, Cassie. – Stone sorriu.
- Entra. – Cassandra deixou-o entrar – Eu não sei como lidar…
- Podemos ficar no sofá de mãos dadas para começar? – Stone perguntou.
- Tá bom. – Cassandra sentou-se no sofá.
Stone sentou ao lado de Cassandra e entrelaçou seus dedos aos dela. Em pouco tempo, estavam dormindo tranquilos.

Fim