Nesta semana, por duas vezes, encontrei com um grupo de jovens da Igreja Batista do Belém, na ponta da escada do Metrô Belém, distribuindo sorrisos e abraços.
Os jovens estavam munidos de seus corações e placas com os dizeres: "Abraços grátis" ou "O amor é grátis".
Fiquei com pulga atrás da orelha. Já tinha conhecido o movimento do "Abraço Grátis" na JMJ e nas redes sociais. Achei interessante, mas quem disse que o abraço tem que ser pago?

No primeiro encontro, abracei uma jovem, que tentou me explicar a missão do grupo. No encontro de hoje, abracei dois jovens: um moço sorridente que acenava a todos que desciam a escada e uma jovem que gostou da minha camiseta. O que está estampado na minha camiseta? O lema da JMJ 2016: "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia." (Mt 5,7) E o abraço entre irmãos foi sincero e de acolhida.
Há estudos, realizados por pesquisadores da Universidade Médica de Viena, na Áustria, e da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos da América, sobre o poder de um abraço. O abraço deve ser uma ação que parte da vontade da própria pessoa. É capaz de reduzir o estresse, o medo, a ansiedade e a pressão arterial. É uma forma de desarmar a outra pessoa também. Reforça relações e aumenta a autoestima.

O abraço é uma forma de comunicar-se, sem palavras, transmitindo compreensão e empatia. Tão necessários nos dias de hoje!
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