Para celebrar o Dia Internacional dos Museus (18/05), o Conselho Internacional de Museus - ICOM propõe anualmente um tema para pautar atividades, exposições e suscitar reflexões tanto nas equipes como nos visitantes.
Em 2023, os museus e as instituições culturais e educativas realizarão mais de 3,5 mil atividades inspiradas no tema "Museus, Sustentabilidade e Bem-Estar". São exposições, visitas mediadas, palestras, oficinas, apresentações musicais, apresentações teatrais, mostras, seminários etc. Uma programação diversificada para todos os gostos e idades.
O objetivo é destacar a importância dos museus como espaços que promovem o bem-estar e a sustentabilidade e apoiar três dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU): Saúde e Bem-Estar Global, Ação Climática e Vida na Terra.
Tudo isso está previsto na Agenda 2030 do ICOM (Kyoto, 2019), aventando que todos os museus têm um papel a desempenhar na formação e criação de futuros sustentáveis, e podem fazer isso por meio de programas educacionais, exposições, divulgação e pesquisa.
Uma das publicações mais amadas desse blog retornou. Pelo menos, hoje. Dicas para o feriado de Tiradentes ou para que você prepare sua programação em São Paulo/SP:
*Tem um combo com a exposição da Frida Kahlo. A compra do combo deve ser pelo canal de compras da Frida.
*O código FRIDAEBANSKYEUVOU dá direito a pagar um valor promocional nesses últimos dias de exposição. Válido (até o momento) para segunda, terça e quartas-feiras.
*Tem um combo com a exposição do Bansky. A compra do combo deve ser pelo canal de compras da Frida.
*O código FRIDAEBANSKYEUVOU dá direito a pagar um valor promocional nesses últimos dias de exposição. Válido (até o momento) para segunda, terça e quartas-feiras.
Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina
Data: Até 30/04/2023
Horário: Terça a sexta-feira e domingos - 10h00 às 18h00
Sábados e feriados - 10h00 às 19h00
Local: MIS Experience
Rua Cenno Sbrighi, 250
Ingresso: Entre R$ 15,00 e R$ 50,00
Crianças até 7 anos - Não pagam (Retirar ingresso na bilheteria)
*Às terças-feiras é gratuito. Está sujeito a lotação. 50% dos ingressos gratuitos ficam disponíveis para retirada diretamente na bilheteria. Consulte as redes sociais (@misexperience) ou ligue para (11) 3613-2044 para consultar se há disponibilidade.
Imagine Picasso Brasil - A exposição imersiva
Data: Até 09/05/2023
Horário: Segunda a quinta-feira e domingo - 10h00 às 21h00
O Museu Indígena Maria Firmino de Melo está localizado na Aldeia Tourão - Terra Indígena Serra da Matas, em Monsenhor Tabosa (CE). Sofreu seriamente com as fortes chuvas que atingiram a região em 31/03 e teve sua estrutura física e acervo danificados.
O museu integra o rico circuito de espaços dedicados à memória dos povos originários do Ceará. Conta com o apoio e assessoria do Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM.
Para ajudar na resconstrução, o IBRAM está divulgando uma campanha de arrecadação e convoca setor museal, todas, todos e todes a contribuir de alguma forma com a recuperação do museu.
Ano de Bicentenário da Independência. Tinha que ler algo sobre a real situação do Brasil na época da efeméride e fazer as conexões com a atualidade.
O livro discute os sequestros do fato passado, suas consequências, sua instrumentalização a favor de interesses políticos a partir de imagens. É uma construção importante nos tempos sombrios que vivemos e que lutamos para reverter.
A história oficial é euroupeia, pacífica, masculina e unificadora. Cabe aos estudiosos desvelar os fatos, acontecimentos e análises. A nós cabe estudar, estudar, estudar, interpretar, fazer relações, refletir e não sair falando bobagem.
O ponto de partida de uma farta coleção imagética é o quadro de Pedro Américo, "Independência ou Morte! / Grito do Ipiranga", exposto no Museu Paulista / Museu do Ipiranga. Carlos Lima Jr., Lilia Moritz Schwarcz e Lúcia Klück Stumpf analisam a formação complexa da identidade nacional brasileira e a transformação do motivo retratado na referida obra em símbolo do rompimento com a Coroa Portuguesa e como cena verídica.
A conjuntura é analisada desde as tensões do Segundo Reinado, passando pela disputa entre Rio de Janeiro e São Paulo pela Independência, a instrumentalização do fato histórico pela ditadura militar, chegando ao atual (des)governo que tenta sequestrar e imitar D. Pedro I em diversas ocasiões.
O livro mostra os esquecimentos e silenciamentos das narrativas para a chamada Independência. É a "política de sequestros". Cada grupo sequestrando e tornando a tal Independência algo que somente existe em sua imaginação.
O convite a reflexão crítica já inicia com a imagem da capa, com uma releitura crítica do famoso quadro de Pedro Américo, feita pelo artista Daniel Lannes. Em primeiro plano, vemos uma figura em vermelho, o carreiro da obra monumental, com uma lança na mão. A emancipação é um processo coletivo e não individual. É do povo todo e não de uma figura militar, masculina e autoritária.
Um livro que dá voz para todos as personalidades e comunidades invisibilizadas e silenciadas no processo da Independência do Brasil.
Material riquíssimo e muito atual. Estudos profundos, reais e que nos fazem refletir muito.
Depois de uma saga para conseguir os ingressos, meu tio e eu fomos ao Museu do Ipiranga / Museu Paulista da USP.
A reforma, a restauração do prédio e das obras, além da higienização das obras estão muito bem feitas.
Lembro que o prédio é uma construção que data da derrocada do Segundo Reinado e início da República. Não existia quando do "grito" da Independência.
Fui com a ideia de ver a obra com a Dona Leopoldina, a Maria Quitéria, as águas dos rios e a coleção de brinquedos. Acabamos por ver mais salas do museu e foi uma experiência interessante.
Destaco a acessibilidade para os cegos e surdos. É um trabalho genial a reprodução das obras em modelos táteis e os equipamentos que trazem as explicações com áudiodescrição e Libras são muito bons.
É importante apontar que o Museu traz novas discussões e diálogos com o acervo. Os povos e grupos invisibilizados estão surgindo em meio às obras com homens brancos e europeus. Os indígenas e os negros estão presentes no cenário.
Todo mundo quer ver a cena que o Pedro Américo imaginou e pintou. Ceninha fake. Deve-se ver a explicação no equipamento em frente à obra e buscar a história do famoso quadro.
As três mulheres da Independência também estão lá: Dona Leopoldina, Maria Quitéria e Ir. Joana Angélica.
Também há uma parte do museu que explica o caminho que é feito por um objeto para ser musealizado, ou seja, sair do seu uso cotidiano, sair de sua realidade e passar a ser objeto de museu, musealia. É interativo e os públicos visitantes entendem o processo de musealização e todo o trabalho que diversos profissionais realizam. É uma valorização imensa do trabalho de muitas pessoas.
O mais legal é estar lendo o livro "O sequestro da Independência: Uma história da construção do mito do Sete de Setembro", escrito pela tríade mais maravilhosa do mundo Carlos Lima Junior, Lilia Moritz Schwarcz e Lúcia Klück Stumpf, que faz toda uma análise das imagens, e ver as obras ao vivo e a cores. (Recomendo a leitura. Assim que eu terminar de ler, volto para contar para vocês.)
Hoje, foi um dia nublado, com períodos de chuva forte. E o Museu mal foi reinaugurado e já está com goteiras e a água entra em alguns pavimentos, colocando em risco o acervo e os equipamentos tecnológicos que fazem parte das exposições.
Foi uma visita interessante!
Todas as sextas-feiras, às 10h00, no site do Museu (www.museudoipiranga.org.br) é aberto um novo lote de ingressos. Os ingressos são gratuitos até 06 de novembro de 2022. Não é fácil de conseguir o ingresso, mas vale tentar.
A Jornada do Patrimônio é um evento realizado pela Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Cultura, Departamento do Patrimônio Histórico - DPH - e Coordenadoria de Programação Cultural.
Democrática e abrangendo diversas comunidades, as atividades são organizadas dentro de três linhas: visitação a imóveis históricos, roteiros de memória, oficinas e palestras.
O tema desta oitava edição é "Tão perto, tão longe", com o objetivo de discutir as diferentes centralidades de São Paulo, seus vínculos com o patrimônio cultural material e imaterial, invertendos dinâmicas e sensos comuns, destacando o patronimônio e as práticas culturais de regiões que ficam à margem.
É um momento de reencontro, (re)descoberta, inclusão e fortalecimento da cultura, patrimônio e turismo nas diferentes regiões da cidade de São Paulo.
Destaco as comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil; as atividades que evidenciam as comunidades LGBTQIAP+, tradicionais negras, os povos originários; os roteiros de memória e, em especial, a visitação a imóveis históricos.
Este último destaque, traz visitação a alguns prédios que comumente não estão abertos a visitação. Um desses é o Edíficio Ermírio de Moraes, que fica atrás do Teatro Municipal e abriga as Secretaria de Agricultura e Abastecimento e a de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo. Pela primeira vez, o prédio será aberto e terá visitas mediadas em três horários: 10h00, 14h00 e 16h00. A união entre as Secretarias de Estado, alunos do Técnico em Museologia da ETEC Parque da Juventude e uma aluna do Bacharelado em Museologia do Claretiano - Centro Universitário - Polo São Paulo. Sim, eu estou participando dessa atividade e terei o prazer de mediar uma dessas visitas.
Tod@s estão convidados. Basta se inscrever tsnishida@sp.gov.br
Como as instituições fazem para ouvir os anseios, desejos e sugestões de seus públicos? Fazendo pesquisas!
Assim, a Pinacoteca do Estado de São Paulo está consultando o público sobre a inauguração de um novo espaço, com novas experiências e atividades. Por isso, está convidando todas as pessoas que desejarem contribuir para ajudar a pensar sobre o tema.
Importante observar que o questionário pode ser respondido por celular ou por computador, mas é melhor visualizado e tem uma navegabilidade mais fácil pelo computador.
Penúltimo dia. 14/04/2022. Look do dia: camiseta da Madame Curie.
Fiz mil planos, mas a Sonia, minha host querida me aconselhou a conhecer o Whitney Museum of American Art.
O Whitney é um museu de arte contemporânea, formado por obras que foram recusadas pelo MET. As coelções que salvaguarda são de artistas americanos, muitas vezes, desprezados pelos críticos e acadêmicos.
Atualmente, abriga cerca de 19.000 pinturas, esculturas, desenhos, fotografias, filmes, vídeos e novas mídicas de mais de 2.900 artistas.
Selecionei a exposição temporária e a parte do acervo que ilustra o que estudei em História da Arte, principalmente, os artistas do Expressionismo Abstrato.
Estava ocorrendo também a Bienal do Museu, que é fantástica!!!
E a vista incrível que o museu tem? Só conhecendo para entender o meu encantamento. Tirei poucas fotos de tão encantada que eu estava.
Almocei no café do museu. Uma delícia de chá gelado e um sanduíche saboroso.
E que lojinha divina é a do museu.
Em seguida, fui conhecer o High Line Park, dica da minha host e do meu amigo Tiago. Que lugar incrível!!!
É um parque linear suspenso, com comprimento de 2,33 km. Era uma seção elevada da Linha West Side, uma linha de trem em desuso.
Como estava sol, eu levei um livro para passear comigo. Caminhei um pouco pelo parque e sentei para ler.
12 de abril. Terça-feira. Equipamentos abertos. A meta era visitar três museus naquele dia. Até sai mais cedo de casa.
Look do dia: camiseta do Claretiano Missão Moçambique.
Mas... com o ataque no Metrô, em Sunset Park, o caos se instalou na cidade.
Consegui chegar até próximo ao ponto onde eu desceria e fui caminhando até o ponto de início do trecho Uptown do Big Bus Tours.
É uma linha que não tinha grandes filas nos dias anteriores. Nem nesse dia.
Porém, a equipe do tour não saiu no horário de saída como anunciado. Estava esperando ver se enchia o ônibus. O que não ocorreu. Demorou para sair, mas saiu com pouca lotação mesmo. Fui na parte de baixo dessa vez.
Desci na primeira parada, no Metropolitan Museum of Art, ao lado do Central Park.
Fila para todo lado: para entrar, para passar na segurança, para o ingresso, para membros, para entrar nas áreas expositivas, no banheiro etc.
Todo mundo resolveu ir para lá. Visitas escolares por todos os lados. Turmas de crianças bem pequenas, alunos do Fundamental e Ensino Médio, grupos de turistas... todo mundo se encontrou no MET.
É um museu gigantesco!!!
Escolhi ver as exposições dedicadas à História Antiga: Egito, Grécia e Roma.
Consegui Wi-Fi antes de entrar na exposição e dei notícias a meu tio, meu irmão, minhas hosts, a tia da minha mãe e para uma galera que, por eu não responder na hora, estava preocupada.
Mas a visita foi espetacular!!! Vi múmias, o livro dos mortos, estátuas e cada objeto maravilhoso!!! As três exposições são demais!!!
Fora que eu estava no MET, cenário de filmes e seriados, do MET Gala. Era mais um sonho se concretizando!!!
Cada lugar que eu entrava, eu lembrava de ter visto na televisão. Tudo muito concreto na frente de meus olhos!!!
Uma parede só para o Livro do Mortos!!!
Sai do museu e fui comer cachorro quente com batata frita, sentada nos bancos em frente ao MET. Resolvi caminhar ao lado do Central Park para ir ao Sollomon R. Guggenheim Museum. Achava que era mais longe, mas era tão pertinho. Porém, com o ocorrido pela manhã, o museu estava fechado (o ataque ainda era tratado como ato terrorista).
Comecei a caminhar para ir ao Museu da Cidade de Nova York, mas estavam avisando que também estava fechado.
Retornei para a frente do MET e pensei como seria melhor retornar para casa. Havia táxis na porta do museu. Tentei pegar algum, mas, como estavam todos muito assustados, nenhum quis pegar a corrida. Chamei um UBER. Foi aceita de primeira. O motorista estava retornando para casa, em local próximo ao meu destino, por isso, aceitou.
Conversei um pouco com o motorista e ele também disse que nunca se acostumaria com esse tipo de coisa. A maldade e a loucura do ser humano estavam se sobressaindo. Foi triste ouvir o seu relato.
Cheguei em casa e terminei o dia convivendo com minha host.
Fiz um planejamento e mudei tudo!!! Como sempre!!!
Look do dia: camiseta do Paulo Freire e casaco da JMJ 2016. (foto na porta da St. Patrick's)
Peguei o metrô e desci na estação certa. Andei pelo entorno, dando voltas pelo Rockefeller Center, passando pelo Paley Center e pensando os caminhos da manhã.
Sentei em um ponto de ônibus para tentar fazer o celular funcionar, mas o romaing internacional só funcionava a base de recargas de telefone constantes. Então, desisti e fiz fotos de duas lojas que fazem parte da minha vida: Cartier (por causa da Delores Van Cartier, de mudança de hábito) e Versace (eu amei American Crime Story: The assassionation of Versace).
Continuei a caminhar e tirar várias fotos do Rockefeller Center.
Fui visitar a St. Patrick's Cathedral. Enquanto me aproximava, fiz várias fotos. Quando cheguei na frente da Catedral, havia uma escola fazendo um flash mob e cantando lindamente. Havia também muitas pessoas de preto e um carro funerário. Pensei que estava saindo um enterro. Entrei na igreja e vi um montão de turistas fotografando tudo, um monitor que ia começar a visita monitorada e tinha Missa. Pensei que tinha algo errado. Só quando não há celebração que há visita monitorada. Então, eu me toquei. Vi o caixão na frente do altar. Era uma Missa de Corpo Presente.
Não acompanhei a visita monitorada. Fui caminhando pelos altares laterais e fazendo fotos. Sim, era um desrespeito, mas eu não voltaria à Igreja. Então, fiz fotos, tentando desrespeitar o mínimo possível a pessoa no caixão, familiares e amigos.
O último altar lateral me deu uma grande emoção: era o de Santa Rosa de Lima!!! Eu não sabia se chorava, se caia de joelhos, se ria. Então, tirei da carteira a oração de Santa Rosa e rezei. Que alegria!!!
Sai da igreja e tirei várias fotos do Rockefeller Center. Visitei a loja da Lego e a FAO Schwarz. Dois sonhos!!!
E a próxima meta era tirar foto na frente do Radio City Music Hall, durante o dia. Sim! No dia seguinte, era a minha grande noite de assistir ao concerto de Josh Groban não mais no dvd ou de forma virtual e, sim, ao vivo.
Depois de 50 fotos e selfies, fui ao The Museum of Modern Art (MoMA). Lá vi as obras que estudei e estou estudando em História da Arte. A meta era ver minhas obras favoritas.
Vi de perto "Noite Estrelada", de Vicent Van Gogh. Fiquei com a canção Vincent na cabeça.
Queria ver "O Grito", de Edvard Munch, mas só ficou lá por um tempo determinado.
Vi tantas obras lindas!!!
Finalizei a visita com um almoço delicioso.
Quando sai do MoMa, fui para o lado errado. Senso de direção não é comigo. Mas foi providencial: encontrei a Tiffany & Co. Tinha passado umas duas vezes por lá e não me toquei que era o lugar com o qual eu sonhava tirar uma foto na frente da janela, como a personagem da Audrey Hepburn, em "Bonequinha de Luxo". Está com uma parte em obras. Por isso, não me liguei...
Caminhei na direção certa, fui em direção ao Central Park. Sentei um pouco na praça em frente à loja da Apple para tirar fotos do Plaza Hotel, cenário de vários filmes, como "Esqueceram de Mim 2".
Em seguida, caminhei vendo a cidade e indo em direção a Columbus Circle.
Peguei o metrô e fui ao Museu Americano de História Natural. A estação tem as paredes decoradas com dinossauros, peixes, animais e é linda!!! Tem até uma entrada direta pro Museu.
É o cenário de filmes e seriados como "Beauty and the Beast", "Friends", "Uma noite no museu" e assim vai.
Como tinha em torno de uma hora e meia para visitar o museu, decidi ver os meus dinossaurinhos. Queria ver a parte do espaço, mas estava fechada para conservação.
Um sonho de museu!!! Eu amei a parte dos dinossauros. Algumas outras não me chamaram tanto a atenção.
Nenhum dos museus visitados são para serem visitados em duas horas. No mínimo, dois dias e, mesmo assim, não dá para ver tudo com calma.
Foi um dia intenso, de grande alegria. Assim, voltei para casa.