18/12/2019

Fanfic "Power Rangers": Trazendo você de volta, Capítulo 1


Sinopse: Tommy sofreu um acidente. A Sra. Oliver chama Kimberly para que ela se despeça do ex-namorado. Algo acontece... AU.
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa estória. Pertencem a Disney, Saban e companhia limitada e a seus respectivos atores.
Classificação: 16 anos
Data de início: 04/12/2017
Data de término: 06/12/2017
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1° Capítulo

Kimberly Hart estava dormindo quando o telefone tocou. Grogue de sono, olhou o visor. Não conhecia o número. Resolveu não atender, pois eram duas e vinte da manhã.
O telefone tocou novamente. Kimberly pegou o celular e atendeu:
- Alô?
- Kimberly?
- Sim. É meio tarde ou meio cedo…
- É Jane Oliver. Desculpe o adiantado da hora. É urgente.
- Sra. Oliver?
- Kimberly… É o Tommy.
- Sra. Oliver, o que aconteceu? – Kim sentou na cama.
- Filha, o Tommy sofreu um acidente. Outra vez. Ele está no hospital. Tem chamado por você. – a Sra. Oliver parou.
- Hei, mãezinha. Tenho certeza que ele ficará bom logo. – Kimberly respondeu e ouviu a Sra. Oliver chorando – Mãezinha, ele…
- Os médicos não me dão esperança. – a Sra. Oliver respondeu.
- Estou indo para aí.
- Estou em Reefside.
- Em oito horas, estarei aí. Sra. Oliver, posso pedir…
- O que você quiser, querida.
- Pede pro Tommy me esperar. – Kim desligou e correu para arrumar sua mala.
Por volta da hora do almoço, Kimberly chegou ao Hospital Geral de Reefside.
- Procuro pelo quarto de Thomas Oliver. – disse Kimberly para a recepcionista.
- A visita está liberada, mas já foi atingido o limite de pessoas no local. – a moça disse olhando para o computador.
- Moça, posso te pedir uma gentileza? Informe a Sra. Oliver que Kimberly Hart quer falar come ela, por favor. – Kim pediu.
- Vou ver.
Em minutos, a Sra. Oliver veio caminhando lentamente pelo corredor. Kimberly correu até ela e abraçou-a. Choraram juntas.
- Mãezinha, eu sinto tanto. – Kimberly levou a Sra. Oliver para sentar em um banco próximo.
- Ele chamou muito por você. No delírio, o Tommy gritava teu nome. Desde esta manhã, está quieto.
- O que aconteceu?
- Ele capotou com o jipe.
- Sra. Oliver, eu sinto muito. Queria poder vê-lo.
- Perdi meu marido há quatro anos. Agora, meu Tommy está indo embora também. – Jane recomeçou a chorar.
Kimberly abraçou-a carinhosa e choraram juntas.
- Kim?
Kimberly olhou quem a chamou. Era Jason.
- Hei, Jase.
- Hei, Kim. Que bom que veio. O pessoal já está saindo da UTI. Assim, poderá entrar e vê-lo.
- Ok. – Kim beijou a testa da Sra. Oliver e foi abraçar Jason. Chorou mais ainda quando o fez.
- Hei, Kim. Está tudo bem. Vá se despedir. Ele te chamou muito, mesmo não estando consciente. Ele só está esperando você. – Jason chorou com ela.
Kimberly viu os amigos saírem da UTI: Zack, Billy, Aisha, Rocky, Adam e Katherine. Cumprimentou-os emocionada.
Logo, dirigiu-se à recepção e pegou o cartão de visitante.
Jason falou:
- Você não pode entrar com sua mala, Kimberly.
- Ah! – Kim exclamou.
- Posso guardar no carro.
- Obrigada, Jase. – Kim sorriu e entregou as malas para a amigo – Posso te pedir uma coisa?
- Sim.
- Vou entrar, mas vou render a Sra. Oliver. Pode levá-la para descansar?
- Claro, Kim. Ela não quer trocar com ninguém.
- Mas vai trocar comigo. – Kim sorriu entre lágrimas.
A Sra. Oliver acompanhou Kimberly até o leito de Tommy.
- Filha, vou abrir a cortina. Tudo bem?
Kimberly respirou fundo e a Sra. Oliver abriu a cortina. Kim viu Tommy coberto por um fino lençol, cheio de bandagens e fios, a boca ligeiramente aberta pelo respirador e os olhos fechados.
O estômago de Kimberly revirou. Não quero se despedir de Tommy. Não sem ter falado a verdade. Não sem brigarem de vez ou voltarem a ser amigos.
A Sra. Oliver aproximou-se da cama.
- Filho, você tem uma visita. Olha quem veio te ver.
Kimberly aproximou-se da cama de Tommy devagar. Colocou a mão sobre o pedacinho livre do braço dele.
- Oi, Tommy. – ela falou chorando – Sou eu, Kimberly. Sua mãe disse que queria me ver. Mesmo depois de tudo, eu estou aqui. – Kimberly começou a chorar mais.
- Querida, respire. – a Sra. Oliver abraçou Kimberly – Ah, minha menina, não fique assim.
- Queria ficar com ele, Sra. Oliver. A sós.
- Eu espero lá fora.
- Não. A senhora está cansada. Por que não vai descansar e volta depois? Eu posso até passar a noite aqui.
- Quero estar com o Tommy…
- Eu sei, mas é tudo o que peço para a senhora.
- Filha…
- Mãezinha, eu ainda amo demais o seu filho. Não me negue esse pedido.
- Tudo bem, Kimberly. – a Sra. Oliver suspirou – Vou pedir pro Jason me levar e suas malas vão junto. Tem meu celular se precisar. A minha agenda está na gaveta e o telefone do Tommy também.
- Obrigada.
A Sra. Oliver despediu-se do filho e saiu da UTI.
Kimberly respirou fundo e guardou a bolsa no armário. Lavou as mãos e colocou-se ao lado da cama de Tommy. Procurou uma forma de segurar a mão dele sem machucá-lo.
- Tommy, eu te machuquei muito, mas, por favor, perdoe-me. Gostaria tanto de te falar o quanto ainda te amo, o que aconteceu comigo e saber de você.
Kimberly sentou em uma cadeira, ao lado da cama, sem largar a mão de Tommy.
Começou a cantar suavemente para ele. Uma enfermeira entrou e falou:
- Srta. Hart?
- Sim.
- A Sra. Oliver me mandou cuidar da senhorita. Meu nome é Louise Baker. Sou enfermeira da UTI e a Sra. Oliver foi minha supervisora antes de aposentar. Posso arrumar algo para a senhorita comer?
- Não, obrigada.
- Tudo bem. Estarei de plantão até o início da noite. Qualquer coisa, é só chamar.
- Obrigada. – Kim sorriu.
Ao ver a enfermeira sair, voltou a cantar. Dado momento, Kimberly adormeceu. Acordou com uma mudança no barulho dos aparelhos. Tommy murmurava algo.
Kimberly ficou em pé e procurou acariciar a cabeça de Tommy. Ele estava agitado.
- Tommy, sou eu. Kimberly. Fica tranquilo. Estou aqui.
- Kim. – ele sussurrou – Kim!
- Sim. Sou eu. Eu estou aqui, meu amor. – Kim chorava e falava próximo ao ouvido de Tommy – Estou aqui, Tommy. Está tudo bem. – suas lágrimas molhavam o rosto de Tommy, que logo se acalmou – Hei, Handsome. Eu só quero que fique bem. Eu te amo, Tommy.
- Srta. Hart? – a enfermeira chamou – Está tudo bem?
- O Tommy estava agitado.
- Vi a alteração no monitor. Posso dar uma olhada no Sr. Oliver?
- Kimberly concordou com a cabeça e afastou-se da cama.
A enfermeira verificou os monitores e os sinais vitais dele.
- Está tudo bem, Srta. Hart. Sei que chegou de viagem há pouco. Não quer comer algo e descansar?
- Estou um pouco enjoada da viagem. Vou descansar por aqui mesmo.
- Posso ajudá-la com o mal-estar. Sente-se que farei um pouco de acupressão.
Kimberly sentou-se e a enfermeira pegou a mão dela entre as dela. Pressionou o ponto para aliviar o enjoo.
- Obrigada.
- É seu namorado?
- Ex. Há vinte anos, ou mais, não nos vemos.
- Nós estamos cuidando dele.
- Eu sei. Pena que ele está no fim. – Kim recomeçou a chorar.
- Srta. Hart…
- Chame-me de Kimberly. – ela respirou.
- Ok, Kimberly. Sou Louise.
- Ok.
- O acidente do Sr. Oliver foi muito grave, mas há uma chance de 20% dele se recuperar.
- Muito pequena. – Kim engoliu saliva – Estou nauseada. Pode parar um pouco?
A enfermeira parou a pressão e falou:
- Kimberly, deixe-me cuidar de você. Venha comigo. Trinta minutos e o enjoo vai passar.
- Obrigada, Louise, mas não quero deixá-lo.
- Então, vou pedir para a Dra. Carter um remedinho para você. Já volto.
A enfermeira voltou com uma bolsa de soro e uma série de materiais.
- Ah... Oi.
- Coloque-se confortável, Kimberly. Vou colocar um remédio para enjoo com soro. E, assim que melhorar, vai comer uma torrada com chá.
- Ela tem medo. – Tommy falou – Kim.
- Hei. – ela apertou a mão dele – Louise, ele não está consciente.
- O Sr. Oliver ouve tudo. Mesmo no coma. Às vezes, esboça reação. Você pode ir conversando com ele.
Kimberly continuou segurando a mão de Tommy e fechou os olhos. Voltou a cantar baixinho.
- Pronto! – a enfermeira sorriu – Você logo estará se sentindo melhor.
- Estou com sede. – Kim falou e deu um pequeno sorriso.
- Trarei água bem gelada. Isso ajudará a aliviar o enjoo.
- Obrigada.
Kimberly entrelaçou os dedos com os de Tommy.
À noite, a Sra. Oliver chegou no hospital. Viu Kimberly dormindo na cadeira, enrolada com seu cobertor de viagem e de mãos dadas com Tommy.
- Enfermeira Oliver! – Louise saudou-a.
- Oi, querida. Como ele está?
- Respondendo bem ao tratamento. Sua ex-nora não estava muito bem, mas a Dra. Carter pediu para medicá-la.
- Minha quase nora, Louise. Faz tempo que estão de mãos dadas?
- Sim. O braço dela deve estar dormente.
- Quem estará de plantão à noite?
- A Helga.
- Muito rígida e querida. Trabalhei com ela, sabia? Fomos colegas de trabalho. Ela era bem jovem quando adotamos o Tommy. Ela deve estar para aposentar também.
- A senhora vai ficar?
- Não. Vim ver se estava tudo bem. Vou dar um beijinho nas minhas crianças e voltarei para a casa de meu filho. Bom descanso, querida.
- Obrigada. Até o próximo plantão.
A Sra. Oliver aproximou-se de Kimberly e beijou-lhe a testa.
- Hei, filha. – falou suave.
- Oi, mãezinha. Eu dormi. – Kim acordou.
- Não estava bem, não é?
- Estava enjoada. Como sempre. – Kim endireitou-se na cadeira.
- Não se levante, Kim. Só vim dar um beijinho de boa noite.
- Mãezinha, o que os médicos dizem?
- Hoje, dizem que ele está respondendo bem ao tratamento. – a Sra. Oliver acariciou a cabeça de Tommy – Mamãe está aqui, Tommy. A Kim também.
Kim ofegou ao sentir um aperto em sua mão.

Continua…

12/12/2019

Relatório de Campo: CCXP, parte 2



Sabe aquela pessoa que chora, os amigos ficam compadecidos e te dão um presentão?

Pois é! Sou eu!

Eu ganhei um ingresso para o sábado, porque estava chorando que queria ver a pré-estreia de "Frozen 2", que seria nesse dia. Eu me diverti à beça na feira, porque não consegui pulseira para entrar no Auditório Cinemark. Estas terminaram um dia antes...

Então, resolvi dar uma volta, fazer compras, tirar foto como a Lesley-Ann Brandt e pegar o autográfo do David Yost.

Voltei cedo para casa.
A imagem pode conter: Marco Antonio M. Lancellotti e Rosa Maria Lancellotti, pessoas sorrindo, chapéu
No domingo, fui acompanhada de meu irmão mais novo e pegamos fila logo cedo.

Como minhas pernas já estavam doendo muito, meu tio teve a ideia de levarmos banquinhos. Meu irmão pegou os banquinhos que ganhou na Globoplay, no ano passado, e levamos. Ficamos sentados nestes banquinhos de papelão durante boa parte do tempo. E o melhor: o banquinho aguenta até 100 kg e eu tenho quase 200 kg, mas me aguentou.

A imagem pode conter: Rosa Maria Lancellotti, sorrindo, em pé e atividades ao ar livreFizemos muitas compras e participamos de algumas atividades. Conseguimos um agendamento na WB, mas não havia mais mochilas. Mais um ano, sem conseguir o brinde mais desejado de toda a CCXP.

Tirei mais uma foto linda com o Olaf, no estande da Disney!!!

Mas o evento estava bom.

Alguns problemas ainda ocorrem, principalmente, a parte logística das credenciais e filas nos estandes.

Achei que teve menos expositores e novos patrocinadores. Isso impactou um pouco.

Mas a experiência foi extraordinária!

06/12/2019

Relatório de Campo: CCXP 2019, parte 1

A Comic Con Experience do ano de 2019 está simplesmente maravilhosa!

Vou contar um pouquinho da experiência para vocês:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas sentadas e área internaNa quarta-feira, a convite do Ivan e da Fabiana, da Jandaia, participei da Spoiler Night. E foi uma experiência única. Em três horas, entrei todos os estandes que queria, com exceção da Warner Bros, que precisava de agendamento. Valeu muito o momento. 

A feira continua grandiosa, com atrações muito boas. Adorei a ativação do Picard, na Amazon Prime Video, fiz fotos lindas do estande da Nickelodeon, visitei muitos estandes legais e fiz altas compras. Amei tirar foto ao lado da Princesa Anna e da Rainha Elsa, de Arendelle.

Na quinta-feira, fui para tentar ir ao estande da WB, mas ainda sem sucesso. Encontrei uma amiga muito querida e caminhamos pelo evento todo colocando o papo em dia.

Hoje, foi dedicada a tirar fotos dos colecionáveis e ir atrás dos cosplayers. Tirei algumas fotos dos que estavam circulando pela feira. E, finalmente, consegui agendar na WB e ver a instalação de Supernatural. É impressionante!
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas
Realmente, entramos por um portal e em mundos que povoam o nosso imaginário. Esta é a CCXP 2019, que teve ingressos esgotados e tem programação intensa (tanto nos auditórios como nos estandes).

Alguns destaques para aqueles que vão ao evento neste final de semana:

- Os cadernos da Jandaia estão simplesmente divinos! Os de Frozen eu trouxe alguns para casa. Há da Mulher Maravilha e outros, mas os de Harry Potter, em um box, estão um estouro. Entre e compre tudo que puder carregar.
- A ativação de Frozen (não participei, mas conversei com filhas de amigos) é um escorregador. As crianças se divertiram à beça. Ainda há aparição dos personagens para fotos. A tirolesa da Mulan tem fila de horas, mas está linda! 
- American Gods: há um carrossel no meio do pavilhão! Há uma fila de horas, mas é lindo.
- As ativações da Amazon Prime Video e Netflix valem muito visitar.
- Compras mil! Há preços bons e preços mais salgados. As camisetas da Piticas estão lindas e tem o meu tamanho! Amei!
- Na Nick tem aparição do Bob Esponja e do Patrick. O estande é um show a parte e o Escape 60 também é legal.
A imagem pode conter: área internaA imagem pode conter: 2 pessoas- A WB está mara! Baixe o aplicativo #WARNERNACCXP e agende. O agendamento para amanhã abre às 22h e acaba rápido. Durante o dia, abre agendamento às 14h e 17h. Pode visitar o Bunker de SPN, participar de atividades promocional do filme Aves de Rapina, passar pelo Laço da Verdade e dançar ao som de músicas dos anos 80 nas ativações de Mulher Maravilha 84. Além de tudo isso, pode tirar altas fotos com os personagens do Cartoon Network. Tem até uma Máquina do Mistério para fotos. O Scooby Doo aparece por lá de vez em quando. Ah, tem ativação de Friends!
- O estande da Globoplay tem uma instalação de terror legal. Como cardíacos não podem participar, dei chocolate para uma amiga me contar o que acontece lá dentro.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas- A Artist's Alley tem os maiores nomes dos quadrinhos. Visite!
- A loja da Universal Pictures é demais! Ainda encontrei um ex-colega de trabalho fazendo free lancer por lá. Tem coisinhas de Wally, ET, Minions, Jurassic Park, Gato Felix etc. Um sonho!
- Tem um local para jogos de tabuleiro. Tem uma fila gigante, mas é muito legal ver o resgate dos jogos da nossa infância e adolescência.

Enfim, há muita coisa boa para se ver e fazer! Itens de colecionador e outras coisinhas para se comprar! Além de fotos e autógrafos com seus atores, atrizes e artistas favoritos. 

Tenho ainda mais dois dias de feira. Bora encarar o final da maratona! Depois, venho contar para vocês!

Quem não pode ir este ano, fique ligado na CCXP 2020!

29/11/2019

Black Friday


A Black Friday é sempre a sexta-feira após o Dia de Ação de Graças, ou seja, é marcada anualmente na quarta sexta-feira do mês de novembro. É conhecida mundialmente como a ação promocional do comércio que oferece grandes descontos em diversos produtos.

O termo, traduzido literalmente, quer dizer "Sexta-feira Negra" e tem algumas hipóteses sobre sua origem. 

Uma delas, é que o termo era usado para se referir à sexta-feira após o Thanksgiving Day, que, por causa do feriado prolongado, levava várias pessoas a se locomover pelas cidades, vários carros nas estradas e os comerciantes aproveitavam todo esse movimento para fazer promoções especiais. Esse fato remete ao dia 19 de novembro de 1975, dia em que o jornal New York Times adjetivou a data como "Sexta-feira Negra" em referência aos problemas de trânsito e ao caos ocorrido na cidade de Nova York, devido ao caos causado pelo trânsito de carros em direção aos estádios de futebol e lojas.

Há outra hipótese, que segue a mesma linha, que nos conta que os policiais da Filadélfia, na década de 1960, para se referir aos dia após o feriado de Ação de Graças, no qual o trânsito e as estradas se tornavam um caos. O que era um pesadelo para os agentes da lei, era o paraíso para os lojistas, que ofereciam produtos a preços muito atraentes. 

Outra hipótese, é que o termo nasceu para classificar uma grande crise econômica: em 24 de setembro de 1869, dois bolsistas de Wall Street, Jay Gould e Jim Fisk, fracassaram na tentativa de obter grandes lucros e o mercado entrou em bancarrota.

Outa história conta que, depois de um ano de grandes perdas, pequenos comerciantes estavam com suas contas bancárias no vermelho. Após o Dia de Ação de Graças, investiram para vender seus produtos visando a época natalina e poder recuperar-se do prejuízo. Ou seja, quando os números estavam vermelhos, significa que estão devendo ao banco e fornecedores. Se os números do extrato bancário estão em preto, significa que estão positivos. Assim, poderia ter surgido a Black Friday.

O termo, muitas vezes considerado pejorativo, chegou a tentar ser mudado pelo comércio para Big Friday, porém o nome já estava consolidado e o novo termo ficou esquecido.

É uma data comercial de grande sucesso! As lojas ficam superlotadas e as filas começam antes da meia noite. Por isso, as mercadorias esgotam-se rapidamente e sempre vemos a corrida das pessoas às lojas em busca de bons produtos e preços. 

O fenômeno chegou ao Brasil em 2011 e desde então as vendas crescem exponencialmente. A diferença é que no Brasil, a Black Friday começou com um evento exclusivo das lojas online e depois se expandiu para as lojas físicas. E também que devemos pesquisar e ficar atentos se as ofertas realmente apresentam preços mais baixos que o normal.



Fontes: 
https://www.calendarr.com/brasil/black-friday/
http://canalhistoria.pt/blogue/a-origem-do-black-friday/
http://www.megacurioso.com.br

28/11/2019

Thanksgivin Day / Dia de Ação de Graças

Resultado de imagem para happy thanksgivingHá muito tempo, estudei sobre o chamado Dia de Ação de Graças ou Thanksgiving Day. Mas, no meio da pesquisa, encontrei uma menção sobre a liturgia da data no Brasil e fiquei obcecada (para variar!). 

É uma data comemorativa e um feriado (um dos mais importantes) nos Estados Unidos da América, dedicado à gratidão à Deus, celebrado com orações e festas, agradecendo pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano. É uma data móvel, sempre comemorada na quarta quinta-feira do mês de novembro. Neste ano, é hoje! 

O primeiro Dia de Ação de Graças foi celebrado pelos peregrinos, no ano de 1621, em Plymouth, Massachusetts (antiga Nova Inglaterra), em agradecimento a uma colheita muito boa de milho, após a escassez do produto nos anos anteriores.

A data não era um feriado nacional, sendo observado apenas em Nova York, Virgínia e Massachusetts. Mas, em 1863, o Presidente Abraham Lincoln declarou a quarta quinta-feira do mês de novembro como feriado nacional.

Atualmente, nos Estados Unidos, a data é marcada por grandes desfiles e realização de jogos de futebol.

O prato principal da mesa dos americanos na data é o peru, por isso o apelido "Turkey Day" ou "Dia do Peru".

Além do tradicional peru, são servidos como acompanhamentos frutas secas, purê de batata, legumes, milho, ervilha, batata doce e abóbora. O molho de cranberry (framboesa) e a cidra de maçã também está na mesa das famílias na data.

O Dia de Ação de Graças também é lembrado no Brasil. Pela Lei n° 781, de 17 de agosto de 1949, o Presidente Eurico Gaspar Dutra instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças. A data foi sugestão do Embaixador Joaquim Nabuco, que adorou as comemorações das quais participou na Catedral de São Patrício, no ano de 1909, quando estava trabalhando em Washington. Em 1965, o Marechal Castelo Branco ratificou a comemoração no mesmo dia que é comemorado nos EUA.

Lembrem-se: é um dia de darmos graças por tudo o que recebemos de bom (e de coisas não tão boas assim!), expressar nossa gratidão a Deus, Pai amoroso de todos nós!

Fontes:
http://www.viajonarios.com.br/thanksgiving-como-e-o-dia-de-acao-de-gracas-nos-eua/

https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-de-acao-de-gracas/

21/11/2019

Fanfic "The Librarians": Debaixo do Visco


Disclaimer: The Librarians não é meu. Foi criado pelo genial Dean Devlin e a ele pertence.
Sinopse: Pós “Santa’s Mindnight Run”.
Classificação: 12 anos
Data de início: 03/01/2017
Data de término: 04/01/2017
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Nossa festa de aniversário para a Coronel Baird foi simples, mas com muito carinho.
Fizemos nossos pedidos de Natal. Eu fiz dois! Os dois são impossíveis, porém não custa nada pedir.
Resolvi dormir por aqui mesmo. O Sr. Jenkins deixou leite e biscoitos.
Coloquei minhas canções natalinas preferidas para tocar no MP3.
De repente, ouvi uma voz linda cantando junto. Não reconheci inicialmente.
Pé ante pé, fui até o alto da escada e vi Stone cantando.
- Não sabia que você cantava.
- Oi, Cassandra.
- Não vai para casa?
- Não. Decidi que ficaria por aqui.
- Eu também.
Sr. Jenkins entrou na sala e nos convidou:
- Tem sanduíches de peru e vinho. A Gretchen também enviou outras guloseimas. Não querem juntar-se a mim?
- Claro! – eu exclamei – Vem, Stone. – eu o puxei pela mão.
Comemos e conversamos. Adoro ver o Sr. Jenkins e o Stone falando sobre arte e livros.
Adoro ver o Stone defendendo as ideias dele ou simplesmente nos ensinando.
Quando me dou conta, estou quase babando ao olhar aquele homem.
- Não é, Srta. Cillian? – só ouvi essa pergunta do Sr. Jenkins.
- Desculpe, Sr. Jenkins. Estava perdida nos meus pensamentos.
- Estamos falando sobre as obras de Marcel Duchamp e a representação visual dos conceitos invisíveis da ciência. – Stone explicou.
- Desculpem-me. Eu me distrai.
- Está cansada, Cassie? – Stone perguntou preocupado.
- Um pouco, mas vou continuar com vocês. Vou tentar não mais me distrair.
- Se quiser ir descansar, Srta. Cillian, não se preocupe. – Jenkins falou solidário.
- Obrigada, mas ficarei com vocês.
Eu estava bem. Talvez muito encantada por aquele homem, Jacob Stone.
- Bom, sou um homem velho e vou me recolher. – o Sr. Jenkins falou levantando-se.
Eu me levantei e o abracei.
- Feliz Natal! – falei alegre.
- Feliz Natal, Srta. Cillian! – o Sr. Jenkins me abraçou de volta.
Olhei-o sair da cozinha. Eu estava debaixo do batente da porta. Apareceu um visco. Quando me virei, Jacob veio em minha direção.
- Oh! – eu exclamei.
- Você sabe da tradição do visco, Cassandra? – ele perguntou e neguei com a cabeça – Segundo a lenda nórdica, Frigga, deusa do amor e da beleza, teve um sonho sobre a morte de seu filho, Balder, deus da primavera. Nesse sonho, foi lhe dito que quando Balder morresse, todo o ser vivo morreria com ele e a Terra seria mergulhada num inverno perpétuo. Frigga conjurou os elementos e fez um feitiço para que nenhum ser vivo fizesse mal a seu filho. Porém, esqueceu-se do visco, que considerava inofensivo. Assim, Loki viu nessa planta a oportunidade perfeita e matar Balder. Fez uma flecha com visco na ponta e atirou. A profecia foi cumprida e tudo começou a morrer com a chegada do inverno. Frigga chorou tanto pelo filho, que os deuses tiveram pena dela e devolveram a vida de Balder, mas castigaram a planta. Só que Balder libertou o visco da maldição e ordenou que cada par que passasse por baixo de um galho de visco, devia beijar-se para perpetuar o amor na Terra.
- Um beijo, Jacob?
- Por volta do século 18, o costume de beijar alguém sob o visco virou sinal popular de amor e romance. Uma mulher não pode recusar um beijo se estiver sob um visco.
- É só um beijo, Jacob?
- O beijo sob o visco significava compromisso sério.
- No rosto? – eu parecia uma idiota, mas estava tão próxima a ele. Ele é tão inteligente e tão sexy explicando.
Jacob me respondeu da melhor maneira: ele me abraçou pela cintura e seus lábios encontraram com os meus em um selinho. Depois, dois. Três. Quatro. Cinco. Então, sua língua pediu passagem. E eu me entreguei. Coloquei meus braços em seu pescoço e fui erguida do chão.
O beijo durou o suficiente para que ficássemos sem fôlego.
Nossas bocas se separaram, mas não nossos corpos.
Jacob me colocou no chão e sorriu sedutor.
- Querida, cumprimos a tradição.
- Um beijo debaixo do visco significa amor e boa sorte.
- Isso, Cassie. Feliz Natal!
- Feliz Natal! – eu o abracei novamente.
- Um dos meus pedidos de Natal se realizou. – eu falei no ouvido dele – Eu quero você.
- Cassandra…
- Sim, Jake. Eu desejei ficar curada, mas também desejei um beijo seu. Desejei você.
- Querida, tenho sentimentos por você.
- Espero que…
- Eu preciso aprender a me entregar, a confiar. Você tem que ter paciência.
- Eu amo você, Jacob. Eu vou te ensinar a confiar em mim.
- Amor é um dos sentimentos que tenho por você.
- Jake, eu preciso de você. Você cuida de mim. Consegue me trazer de volta de uma alucinação.
- Vamos levar nossa relação devagar?
- Ok, Jake. Nada de sexo.
- Por enquanto. – Jacob me abraçou com força e eu senti sua ereção.
- Nossa!
- Isso só de te beijar debaixo do visco.
Eu o abracei de novo e voltamos a nos beijar.
Teria de me lembrar de agradecer a Biblioteca depois.

Fim