03/05/2019

Fanfic "Power Rangers": Luz dos seus olhos, Capítulo 15


Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa estória. Pertencem a Disney, Saban e companhia limitada e a seus respectivos atores.

Sinopse: Vinte anos depois da separação, Kimberly Hart sente que precisa se reaproximar de Tommy Oliver. E faz isso no dia do aniversário dele. O ex-casal volta a se reaproximar e aprofundam o relacionamento. O sonho deles é formar uma família e serem felizes.
Classificação: 16 anos
Data de início: 20/03/2017
Data de término: 16/05/2017
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15º Capítulo

William era um menino de cabelos negros, olhos escuros, tinha dois anos e estava desconfiado.
Francesca era um bebê, de três meses, cabelos negros, olhos verdes e estava nos braços da moça.
Kimberly levantou-se do sofá e recebeu a menina nos braços. Tommy levantou-se do sofá e abaixou-se em frente ao menino.
- Oi, William. – Tommy saudou o menino sorrindo – Meu nome é Tommy. Aquela que está com sua irmã é a Kimberly.
O menino não falou, mas quando Tommy abriu os braços, William aninhou-se no peito de Tommy.
- Oi. – o pequeno falou.
Tommy ficou em pé com William no colo.
Kimberly sorria entre lágrimas com Francesca no colo. Olhou o marido com William abraçado.
- Hei, William. – ela falou – Tommy, quer conhecer a Francesca?
- Claro, Kim. – Tommy sentou no sofá com William no colo – Vem, Kim. Sente aqui.
Kimberly sentou e entregou o bebê para Tommy. Em seguida, pegou William no colo.
- Oi, William. – Kim falou – Você tem um cabelo lindo.
- Hei, lindinha. – Tommy levantou a bebê na altura de seus olhos – Você é linda!
Mary acompanhou o primeiro contato do casal com as crianças. Percebeu que foi amor à primeira vista.
- Quando podemos ir para casa? – Tommy perguntou.
- Vamos só prepará-los para ir para casa e vocês precisam assinar os papéis. – Mary falou,
- Já nos vemos, William. – Kimberly abraçou o menino.
Tommy acariciou a cabeça de Francesca e a colocou nos braços de Mary. As crianças saíram da sala. Logo, a Assistente Social retornou e falou, sentando na poltrona:
- Decididos?
- Não é uma loja ou coisa do tipo. – Kimberly falou – São nossos filhos!
- Sim, Kim. São nossos. – Tommy pegou a mão de Kimberly – Nós nos parecemos com eles até fisicamente.
- Muito bem! Vamos terminar a parte chata para poderem logo ir para casa. – Mary sorriu.
Tommy e Kimberly saíram com as crianças alegres e seguiram para casa. Foram recebidos pelos pais de Tommy e pela mãe de Kimberly.
- Chegamos! – Tommy tirou William da cadeirinha e Kimberly tirou Francesca da outra cadeirinha.
- Hei, chegamos em casa. – Kim beijou a testa das duas crianças – Tommy, chegamos em casa com nossos filhos.
O casal trocou um beijo apaixonado. Quando se separaram, viram que Jane, John e Caroline estavam ansiosos na varanda.
- Vovós, vovô, estes são seus netinhos. – Tommy anunciou – William e Francesca.
As crianças passaram de colo em colo e foram saudadas com muito carinho.
Mais tarde, Kimberly brincava com William no chão da sala.
- Hei, bebê. – Caroline falou sentando no sofá.
- Oi, mãe.
- Como se sente?
- Muito feliz.
- Como ele parece o Tommy!
- Sim. Né, William? – Kimberly mexeu na barriguinha do filho.
- É. – o menino respondeu.
- Ele fala? – Caroline brincou.
- Ainda está tímido. – Kim respondeu – Estamos ficando amigos.
- Filha, estou feliz por vocês.
- Obrigada, mamãe.
- Não acha que essa semana, com a casa cheia…
- Não, mãe. Precisamos de ajuda. A adaptação deles será natural.
- O Tommy foi correr. O John está no escritório e Jane está olhando a Francesca.
- E você se sente deslocada?
- Sim.
- Está em casa, mamãe. Eu optei por morar na casa do Tommy pela quantidade de quartos e pelo espaço.
- Eu sei, meu amor.
- E, agora, nossos pequenos chegaram para alegrar a casa.
- Hei, Beautiful. – Tommy entrou em casa – Oi, Carol.
- Hei, Handsome. – Kim falou e mostrou para William – Papai chegou!
- Oi, querido. – Caroline falou.
- Vou toma rum banho e fazer o jantar. – Tommy falou.
- Não precisa, querido. – Caroline falou – Eu faço o jantar. E não é comida francesa.
- Mamãe! – Kim riu.
Depois do banho, Tommy sentou-se com Kimberly na sala.
- Nossos filhos, Handsome. – Kimberly mimava Francesca.
- Sim, Beautiful. São nossos. Um menino e uma menina.
- Percebi que o William atende por Billy. – Kimberly falou e o menino sorriu – Hei, Billy, é hora de morder. – Kim fingiu morder o pé do menino.
- E a princesinha? Dorme e, quando acorda, só fica observando. – Tommy colocou Francesca de barriga para baixo. Logo, a menina ergueu a cabeça – Estão bem estimulados, baby.
- Hei, Francesca. – Kim falou com voz infantil – Você é um doce.
- Qué. – William esticou a mãozinha.
- Quer um doce, amigão? – Tommy pegou a mãozinha estendida e beijou.
- Kim, quer dar a sopinha para o Billy? – Jane perguntou da cozinha.
- Sim, Sra. Oliver. – Kim sorriu.
- Está esfriando, querida. – Jane falou.
- A pequena é minha para mamar. – Caroline completou.
- É tão bom tê-los por perto. – Tommy falou.
- É sim. Nesta primeira semana aprenderemos a cuidar deles.
- Minha licença foi a melhor coisa que aconteceu, Tommy.
- Você tem chefes que te adoram, Kim.
- Vamos dar comida para o Billy?
- Quer tomar sopinha, Billy? – Tommy falou para o menino.
- Qué. – o menino riu e ficou de pé.
Tommy pegou-o pela mão e levou o pequeno para a cozinha.
- Vem, princesa. Vou te levar para a cozinha. Vovó Carol vai te dar mamadeira. – Kim levantou-se e pegou a menina no colo.
A família foi se adaptando aos novos membros e as crianças à família. Em pouco tempo, William já conversava com os pais. A pequena Francesca já se sentia em casa, reinava como a princesa do lar.
TKTKTK
Dois meses depois, Tommy e Kimberly já haviam voltado ao trabalho. As crianças ficavam na creche de Reefside durante o dia.
Kimberly chegou em casa com as crianças. Ligou a televisão e iniciou a rotina. Logo, Tommy chegou e ajudou-a a cumprir as tarefas. Naquela noite, Kimberly fez um jantar especial. Depois do jantar, trocaram as crianças e foram assistir televisão. William virou para Tommy e Kimberly, que estavam sentados no sofá, e ofereceu um brinquedo.
- Mama! Papa!
Tommy e Kimberly olharam o bebê e entreolharam-se perplexos.
- Hei, Billy. Quer brincar? – Tommy sentou-se no chão.
- Qué bincá.
- Billy, dá o patinho pra mamãe. – Kimberly falou entre lágrimas.
Billy andou até Kimberly e levou o brinquedo.
- Tó, mama.
- Obrigada, filho.
- Bigado. – ele mandou um beijinho e deu uma risadinha.
Francesca engatinhou até o irmão e puxou um brinquedo que ele pegou para dar para Tommy.
- Para. É meu. – o menino sentou no chão.
- Empresta para a Francesca, filho. – Tommy falou sério.
- Tá, papa. Tó, mana. – e deu o brinquedo à ela.
- Hei, Beautiful, não chore tanto. Vai assustá-los.
- Não consigo, Tommy. – Kim respirou e enxugou as lágrimas.
Billy sentou no chão e ficou brincando e balbuciando. Francesca brincava com o coelho de borracha na boca.
Tommy recebeu Kimberly em seu colo.
- Você está bem, Kim?
- Sim.
-- Nossos filhos estão tão lindos.
- Estão sim, Tommy.
- O que há, Kim?
- Estou chorona, só isso.
- Mas teu período já… Kimberly?
- Sim. Você será papai de três bebês. Billy, Francesca e temos mais um a caminho na minha barriga. – Kimberly respondeu acariciando o ventre.
Tommy beijou a esposa apaixonado.
- Obrigado, Kim.
- Descobri hoje. Dei aula pela manhã e fui ao médico à tarde. Deu tudo certo. – Kim sorriu – Depois, fui buscar nossos filhos.
- Já contou para alguém?
- Só para você. Vou contar para seus pais no final de semana. Minha mãe chega na sexta. Para os demais, só quando completar quatro meses. Temos que ver se eu seguro o bebê.
- E para a Eliza e a Sra. Applebee?
- Vou esperar algumas semanas.
- Está de quanto tempo?
- Pouco mais de um mês.
- Vou ficar chato cuidando de você.
- Se ficar muito chato, eu te chuto. – Kim beijou o marido.
- Mama! Bincá. – Billy aconchegou-se no colo de Kimberly.
- É, mamãe. Vamos brincar. – Tommy falou rindo.
A sexta-feira chegou. Tommy chegou em casa com as crianças.
- Kim?
Ninguém respondeu. Então, ele colocou Francesca, que dormia, no carrinho e levou Billy no colo com ele para o quarto. Encontrou Kimberly deitada.
- Hei, Beautiful.
- Oi, Tommy.
- O que aconteceu, Kim? – sentou na cama e colocou Billy no chão.
- Estou um pouco enjoada e com dor de cabeça. Quero ficar quietinha um pouco.
- Podemos ir para a casa de meus pais amanhã. O tempo não está muito bom.
- Tommy, me deixa um pouquinho sozinha?
- Ok. – Tommy pegou o filho no colo e voltou à sala – Ok, Billy, vamos comer.
Depois de alimentar as crianças, Tommy comeu um lanche e foi brincar com os filhos.
Algum tempo depois, Kimberly apareceu na sala. Seu rosto estava manchado pelas lágrimas.
- Tommy. – ela falou baixinho.
Tommy não falou nada. Levantou-se do chão e aproximou-se de Kimberly. Ela o abraçou com força.
- Está tudo bem, Beautiful. – Tommy acariciava-lhe as costas – É normal você se sentir mal no começo da gravidez.
- Eu sei. A médica explicou. Estou envergonhada.
- Você podia ter me ligado.
- Eu sei. Não brigue comigo.
- Não estou brigando, meu amor. Estou preocupado.
- Desculpe. – Kimberly começou a chorar.
- Beautiful, está tudo bem.
- Tommy, eu te expulsei do quarto. Desculpe por isso.
- Kim, já passou. Está tudo bem.
- Tommy, ainda dá para viajarmos? Minha mãe chega às onze da noite.
- Pedi para o Jason buscar sua mãe no aeroporto. Viajamos amanhã cedo. Está ameaçando chuva.
- Ah, Tommy. – Kimberly suspirou – Estraguei os planos.
- Não, meu amor. Eu não quero pegar estrada à noite e com o tempo chuvoso. – Tommy beijou-a na nuca – Está tudo bem? Você precisa de alguma coisa?
- Não. Eu melhorei. Só minha cabeça dói ainda.
- Quer comer alguma coisa?
- Ainda não. – Kimberly disse e sentiu um apertão na perna. Olhou para baixo e viu Billy – Oi, meu amor.
- Tá iste? – o menino fez bico.
- Não, Billy. – Kim sorriu e falou para Tommy – Preciso me sentar um pouco. Pega-o e traz para mim?
Tommy pegou o menino no colo e seguiu Kimberly para o sofá, onde sentaram.
- Vem, Billy. – Kim abriu os braços e recebeu o pequeno num abraço.
Tommy pegou Francesca no colo e o casal ficou abraçado junto aos filhos.
- Mama, tá iste? – Billy tornou a perguntar.
- Não estou triste. – Kim beijou a testa do menino.
- Tá dodói?
- Não, filho. – Kim sorriu – Você quer brincar com a mamãe?
O bebê fez que não com a cabeça e deitou no peito de Kimberly.
Francesca riu, deliciando-se com as brincadeiras do pai.
- Amanhã, bem cedo, viajamos? – Kim perguntou.
- Sim, Kim. – Tommy beijou-lhe a bochecha.
- Ainda tem sopa? – Kim salivou.
- Tem. Posso esquentar se você quiser. – Tommy sorriu.
- Então, vamos lá. – Kim sorriu de volta.
TKTKTK
No dia seguinte, a família almoçava na casa dos Olivers.
- Adorei o que vocês fizeram na varanda. – Caroline elogiou – Meu marido tem apenas o dom da decoração.
- Carol, eu fiz umas adaptações e deu certo. – John explicou – Uma churrasqueira ecológica, pia, armário e um lugar para os pequenos brincarem. A mesa redonda finaliza o ambiente.
- Vovô! – Billy trouxe um martelinho – Tó.
- William, querido, o vovô vai te ajudar daqui a pouco. – John pegou o martelo e sorriu – Você espera?
- Tá. – o menino sentou no chão ao lado do avô.
- Crianças, vocês estão muito calados. – Jane falou para Tommy e Kimberly.
- Bom, já que já almoçamos, podemos contar a novidade. – Tommy falou.
- Novidade? – Caroline sorriu.
- Mamãe, Sr. e Sra. Oliver, vocês serão avós de novo. – Kimberly falou – Tenho um bebê a caminho.
Tommy acariciou o abdômen da esposa e falou:
- Em oito meses, teremos outro bebê em casa.
- Parabéns, Kim. – Jane sorriu entre lágrimas – Tommy, isso é uma dádiva.
- Sim, mamãe. Estamos felizes. – Tommy respondeu.
- Papai! – Billy levantou e foi subir no colo de Tommy.
- Oi, Billy.
- Soninho. – o menino encostou a cabeça no peito de Tommy e fechou os olhos.
- Quem diria que conseguiríamos? – Kimberly disse entre lágrimas.
A família continuou a conversar alegremente.
À noite, Kimberly estava deitada na cama do quarto de hóspedes, com os dois filhos ao lado.
- Hei, Beautiful, você está bem? – Tommy entrou no quarto.
- Sim. Cansada. – Kim falou.
- Kim, vou treinar um pouco antes de dormir. Precisa de alguma coisa?
- Sim, Tommy. Vem cá. – Kim chamou.
Tommy aproximou-se e viu Kimberly abraçada aos filhos. Francesca dormia sonoramente e Billy estava dormindo sentado, mas estava mamando.
- O que aconteceu aqui?
- O Billy pediu para mamar no peito. Eu dei a mamadeira à Francesca e, depois, que a coloquei na cama, ele pediu o mama. Achei que ele estava me chamando, mas ele veio direto no meu seio. Por cima da roupa.
Tommy sentou na cama e olhou a esposa.
- Onde ele aprendeu?
- Não sei, Tommy. Eu falei para ele esperar e deitei. Levantei a blusa e esperei a reação dele.
- Foi direto mamar.
- Sim, Handsome. Eu falei que não tinha leite para ele, mas dormiu assim. Eu ia te pedir para colocar a Francesca no berço e me ajudar a deitá-lo aqui na cama.
- Amor, desisti de ir treinar.
- Não, Tommy. Vai para a academia. Só me ajuda rapidinho.
Tommy pegou a filha com cuidado no colo e colocou-a no bercinho ao lado de Kimberly.
Kim sorriu e ganhou um selinho do marido.
- Agora, vamos tirar esse mocinho. – Tommy sentou na cama e delicadamente segurou o menino.
- Não puxa. Os dentinhos estão quase cravados no meu peito. – Kim alertou.
- Billy, vem com o papai. – Tommy falou na tentativa de acordá-lo.
Kim mexeu no rostinho do menino que sorriu e soltou o seio. Assim, Tommy ajeitou o menino no meio da cama.
- Tommy, obrigada. – Kim sentou na cama e beijou o marido – Ele fará três anos daqui dois meses.
- Eu estava pensando nisso, Kim.
- Podemos fazer a festa em casa mesmo?
- Claro. Melhor para nós.
- Tommy?
- Fala, meu amor.
- Acho que preciso falar.
- Diga logo.
- Eu amo a Fran e o Billy como se fossem nossos filhos biológicos.
- Mas eles são nossos filhos, Kim. E esse na sua barriga vem para completar a família. – Tommy pegou a mão da esposa – Quer tomar um banho comigo?
- Não, amor. Vou comer alguma coisa e tomar um remedinho para evitar enjoar.
- Por que?
- Acho que estou ficando enjoada de novo. Estou me sentindo estranha.
- Kim, você tem que relaxar.
- Eu sei, mas não quero passar mal e deixar os bebês sozinhos.
- Kim. – Tommy abriu os braços – Vem cá.
Kimberly deitou no ombro dele e falou:
- Sou neurótica, né?
- É sim, Beautiful. Vamos arrumar o Billy no berço e vou fazer um chá para você, tudo bem?
- Sim.
Tommy colocou o filho no outro bercinho e saiu do quarto com Kimberly.
- Kim? – Jane falou ao ver a nora na sala.
- Oi, Sra. Oliver.
- As crianças dormiram?
- Sim. Vou tomar um chazinho.
- Vem cá. O Tommy faz o chá.
Kimberly sentou ao lado da Sra. Oliver.
- Aconteceu alguma coisa?
- Filha, o Tommy está muito preocupado com você.
- Eu fiquei enjoada ontem e eu o expulsei do quarto.
- Meu amor, você tem que usar e abusar do Tommy. Ele irá até a lua para te satisfazer.
- Eu acho que vou enjoar e pedi para ele um chá.
- Você sempre foi assim, né?
- Sim. Começo a ficar com mal estar aos poucos.
- E o teu trabalho?
- Vou conversar com o Tommy, mas não ficarei mais com a escola de Alameda dos Anjos. – Kim falou – Viajar duas vezes por semana, grávida, não vai dar certo.
- Você tem sentido o quê?
- Estava muito cansada e sem fome. Também tem tido pouco enjoo.
- Além de chorar um litro. – Tommy trouxe uma xícara de chá para Kimberly e duas torradas num prato – Olha, meu amor, come devagar.
- Senti enjoo ontem à noite. E, hoje, acho que vou sentir a mesma coisa.
- Querida, aquele remedinho que te dei pode ser administrado a gestantes. Tome seu lanche e eu te dou o remédio. – a Sra. Oliver falou sorrindo.
- Mamãe, a Kim está tão… – Tommy falou e recebeu um olhar frio da esposa – chata.
- Filho! – Jane riu – Kim, este é o momento de ficar chata.
- Eu estou chata mesmo. – Kim sorriu – Tommy, quero um beijo.
Tommy riu e beijou a esposa.
TKTKTK
Um mês depois, Kimberly chegou em casa, estacionou o carro em frente a varanda e ligou para o celular de Tommy.
- Oi, bebê. – Tommy atendeu – Você está bem?
- Você já está em casa? – Kim respondeu com outra pergunta.
- Sim, Kim. Estou arrumando o quarto.
- Eu acabei de estacionar. Ajuda-me com as crianças?
- Claro, Kim. – Tommy desligou e desceu as escadas rapidamente. Logo, estava do lado de fora da casa.
- Hei, Handsome. – Kim estava de pé ao lado do carro.
O casal trocou um beijo apaixonado.
- Hei, Beautiful. – Tommy ergueu-a – Você está linda!
- Tommy! – ela riu e foi colocada no chão – Eu fui ao médico e não posso pegar peso, Tommy. E nosso filho mais velho está bem pesado. – Kim falou – E os dois estão dormindo. – ela olhou para dentro do carro.
- Kim, olha para mim. – Tommy demandou.
Kimberly olhou e sorriu. Seus olhos estavam iluminados.
- O que foi, Handsome?
- Seus olhos. A luz deles está de volta, com força total. – Tommy ergueu Kimberly novamente, deu um pequeno giro e beijou-a apaixonado.
- Hei, tiger. Vamos levar as crianças para dentro.
Tommy colocou a esposa no chão e pegou William no colo.
- Kim, espera um pouquinho. Vou levá-lo e já volto para pegar a Fran.
- Eu posso levá-la, Tommy.
- Não, Kim. Eu a levo. – Tommy respondeu entrando em casa.
Ele depositou o filho no bercinho improvisado na sala. Logo, voltou para buscar Francesca.
- Tommy, estou louca para te contar umas coisas.
- E eu louco para te agarra. – Tommy falou baixo ao pegar a filha no colo.
- As bolsas eu consigo levar, Tommy. – Kim falou pegando as bolsas e fechando o carro.
TKTKTK
Enquanto os bebês dormiam na sala, Kimberly cozinhava e Tommy corrigia provas no sofá.
- Quer jantar, Tommy?
- O que aconteceu com eles?
- Brincaram muito. Dormiram no carro. A sopa está pronta e, para nós, fiz aquela carne com legumes que você adora.
- Vale a pena acordá-los, Kim?
- Sim, Tommy. Pode dar comida para o Billy?
- Claro, Kim, você está radiante. Isso me dá ideias para mais tarde.
- Tommy! – Kim enrubesceu.
Francesca acordou chorando.
- Hei, princesa. Vamos comer? – Kim pegou a filha no colo.
- Papa. – Fran falou.
- Muito bem! É filha do Rocky. – Tommy brincou.
- Sinto muito que não foi no sentido de papai. – Kim falou.
- Mas ela sabe quem é o papai, né? – Tommy cutucou o bebê.
- Papa, mama! – William sentou no bercinho improvisado.
- Oi, Billy. – Tommy pegou-o no colo – Quer jantar?
- Qué sopa. – Billy riu – Sai. – empurrou o pai.
- Quer ir para o chão? – Tommy disse colocando o menino em pé no chão – É só pedir.
O pequeno foi andando feliz para a cozinha.
- Muito independente! – Tommy riu.
A família jantou alegre.
- Kim, quando vamos conversar?
- Pode ser agora. Por onde começo?
- Pela parte que mais me preocupa.
- Tommy! – Kim exclamou.
- Você, meu amor. – Tommy explicou rindo.
- Papa! – Billy chamou a atenção.
- Estou conversando com a mamãe, Billy. Espera um pouquinho. – Tommy explicou.
- Qué suco! – Billy demandou.
- Ok. – Kim serviu o filho – Está chamando nossa atenção.
- Bigado, mamãe. – o menino sorriu.
- Como foi no médico, Kim? – Tommy colocou mais salada no prato da esposa.
- Estou com dois meses e está tudo bem. A gestação está tranquila e o desenvolvimento perfeito. Há 80% de chances de dar tudo certo. – Kim sorriu.
- Kim, não foi só isso que te deixou alegre.
- Bom, ainda temos que ter cuidado.
- Entendido, Kim. Vou me controlar.
- Não posso fazer esforço ou pegar peso. Isso me dói um pouco. Não posso levantar meu filho. – Kim olhou Billy comendo as cenouras dele.
- E, logo, a Fran estará maior. Será que não é hora de alguém te ajudar?
- Tommy, não acho que seja o caso.
- Kim, você ficou apenas com a escola aqui em Reefside. Acha que isso te ajudou?
- Sim. Chego mais cedo. Fico menos tempo no carro e na estrada. Posso pegar as crianças na creche.
- Kim, posso flexibilizar mais meu expediente.
- Tommy, não precisa. Eu estou bem com a nossa rotina.
- Amor, eu fico tranquilo então.
- Bom, o médico me deixou bastante tranquila quanto à gravidez. Minha família! – Kim sorriu e olhou as crianças.
- Você está radiante, baby.
- Estou muito feliz. Tenho tudo o que sempre sonhei: uma casa, um emprego, meus filhos e você. – Kim alcançou a mão de Tommy – Estou completa!
- Te amo, Kim. – Tommy falou.
- Te amo, mama. – Billy acompanhou o pai.
- Meus meninos! E minha menina! – Kim sorriu.
- E o aniversário de nosso menino?
- A Hayley vai cuidar dos comes e bebes.
- Kim, obrigado por aceitá-la em nossa vida.
- Tommy, eu mudei.
- Pedi à Kira e para os meninos ajudarem na decoração.
- Que bom! Já comprei os balões e os enfeites.
- Kim, você está esperando uma menina? – Tommy perguntou.

Continua…

02/05/2019

Fanfic "Power Rangers": Luz dos seus olhos, Capítulo 14


Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa estória. Pertencem a Disney, Saban e companhia limitada e a seus respectivos atores.

Sinopse: Vinte anos depois da separação, Kimberly Hart sente que precisa se reaproximar de Tommy Oliver. E faz isso no dia do aniversário dele. O ex-casal volta a se reaproximar e aprofundam o relacionamento. O sonho deles é formar uma família e serem felizes.
Classificação: 16 anos
Data de início: 20/03/2017
Data de término: 16/05/2017
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14° Capítulo

Um mês se passou. Tommy e Kimberly estavam felizes em Reefside. Os pais de Tommy mudaram-se para o apartamento.
Kimberly estava trabalhando nas escolas de Reefside e Alameda dos Anjos. Tommy continuava lecionando na Reefside High School.
Quatro meses se passaram. Tommy e Kimberly foram visitar as crianças às quais eram candidatos à pais adotivos.
Mary, a Assistente Social, recebeu o casal:
- Bem-vindos, Sr. e Sra. Oliver. Meu nome é Mary e vamos conversar um pouco antes de ver as crianças. Sentem-se. – ela abriu a porta de uma sala e apontou o sofá.
Tommy e Kimberly sentaram-se no sofá. Mary sentou-se na poltrona em frente a eles.
- Mary, por favor, chame-nos de Tommy e Kimberly. – Tommy falou – Nós passamos por todas as etapas de adoção.
- Só preciso ter certeza de que estão cientes das implicações dessa adoção.
- Eu fui adotado quando bebê. – Tommy começou – Meus pais se candidataram como família substituta. Depois, passaram para família definitiva.
- Muito bom saber. – Mary respondeu – Vocês têm um relacionamento sólido. Tomaram a decisão juntos?
- Sim. – Kimberly respondeu – Conversamos bastante a respeito. Nós namoramos quando estávamos no Ensino Médio e sempre falávamos que queríamos um filho nosso e outro, adotado.
- Hoje, mais maduros, decidimos que irmãos são a realização de nosso sonho. – Kimberly falou – Um ano antes de nos reencontramos e casarmos, descobri que não poderia engravidar sem tratamento. Mas, eu continuei a fazer o tratamento. Ainda tenho esperanças de engravidar, mas quero muito ser a mãe desses pequenos.
- E você, Tommy?
- Eu quis repetir o gesto dos meus pais. Retribuir de alguma forma. Eu sempre gostei muito de crianças. Dava aula de karatê para crianças. Eram como meus filhos. – Tommy explicou – Hoje, leciono para adolescentes. Sempre quis ser pai de muitas crianças e a adoção faz parte da minha vida.
- Vocês se enxergam como pais? – Mary sorriu.
- Sim. Eu quero muito ser mãe. – Kimberly falou – E o Tommy é o pai dos meus filhos. Sempre foi. Era o pai de minhas bonecas.
- Quando nos conhecemos, a Kim ainda brincava de boneca. Algumas vezes, eu brinquei com ela e os bonecos eram meus filhos também. – Tommy falou sorrindo – Estávamos treinando.
- Vocês estão bem mais relaxados! – Mary disse – Bom, vocês vieram ver o William e a Francesca. Pretendem mudar os nomes?
- Não! – Tommy e Kimberly responderam juntos.
- Ok! – Mary riu.
- As crianças já respondem pelos nomes. – Tommy falou.
- Já tem identidade. – Kimberly completou.
- Vocês sabem que é prerrogativa dos adotantes mudar o nome, mas é uma decisão a ser tomada, inclusive com a opinião da criança, se já estiver falando. – Mary explicou.
- Os pequenos já tem bagagem, já tem história. – Tommy falou.
- Eles já viveram uma história. Já tem uma vida. Só vamos dar continuidade. Agora, com uma família que os ama antes de conhecê-los. – Kimberly falou emocionada.
- Estão prontos para conhecer seus filhos. – Mary falou sorrindo.
- Estamos um pouco nervosos. – Tommy falou.
- E ansiosos. Queremos levá-los logo para casa. – Kimberly disse – O quarto deles está pronto.
- Meu pai é arquiteto e projetou o quarto para a criança mais velha. Para a bebê, por enquanto, o berço ficará em nosso quarto. Depois, já temos um quarto a espera.
- Hei! Estou convencida de que estão prontos para receber as crianças. Tudo isso que estão sentindo é normal. – Mary falou – Vou buscar as crianças.
Mary saiu da sala e deixou o casal sozinho.
- Tudo bem, Kim?
- Sim, Handsome. Estou muito feliz!
- Eu também.
Logo, a Assistente Social entrou na sala, acompanhada por outra moça e duas crianças.
- Estes são William e Francesca. – Mary apresentou as crianças.

Continua…

01/05/2019

Fanfic "Power Rangers": Luz dos seus olhos, Capítulo 13


Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa estória. Pertencem a Disney, Saban e companhia limitada e a seus respectivos atores.

Sinopse: Vinte anos depois da separação, Kimberly Hart sente que precisa se reaproximar de Tommy Oliver. E faz isso no dia do aniversário dele. O ex-casal volta a se reaproximar e aprofundam o relacionamento. O sonho deles é formar uma família e serem felizes.
Classificação: 16 anos
Data de início: 20/03/2017
Data de término: 16/05/2017
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13º Capítulo

- Claro, Kimberly.
- Está cansada?
- Não, querida. Pode falar. Sente aqui.
Kimberly sentou no sofá ao lado de Jane e falou:
- Como a senhora e seu marido decidiram adotar o Tommy?
- Kim, eu tive um aborto espontâneo no segundo ano de casamento. Fui ao médico e descobri que eu não poderia ter filhos. Fiquei muito triste, mas o John me apoiou. Choramos juntos e decidimos que se não pudéssemos ter filhos, nós nos dedicaríamos a outras crianças.
- Não pensaram em adoção?
- Não era um assunto muito popular na época. Eu trabalhava em dois hospitais. Eu me dedicava, como enfermeira à crianças e adultos. Fiquei um tempo na Ala Psiquiátrica. Um dia, aconteceu um acidente de carro e eu estava de plantão no Pronto Socorro. Os pais morreram no local, mas um bebê foi resgatado com vida. Era um toco de gente. Chorava assustado. Tinha muitos machucados pelo corpo. – a Sra. Oliver pausou.
- Machuca contar?
- Depois de tantos anos, ainda fico emocionada.
Kimberly abraçou a sogra e falou:
- Perdoe-me, Sra. Oliver, por favor. O Tommy nunca abriu a história dele para mim.
- Você merece saber e aprender com toda essa história.
- Sra. Oliver, quer continuar?
- Claro, meu amor. Eu auxiliei o Dr. Kalil no atendimento ao menino. Ele carregava o amuleto e uma pulseira com o nome dele. Thomas era o nome do bebê. Depois de medicado, eu o levei para e enfermaria. Cuide dele durante o plantão.
- Foi amor à primeira vista?
- Sim, Kimberly. Eu pedia para cuidar dele. Para tomar a mamadeira era só comigo.
- Que lindo! – Kimberly enxugou s lágrimas.
- Aí, filha, eu fiz uma loucura. Fui falar com a Assistente Social do caso. O bebê iria para a adoção. Estavam procurando uma família substituta para cuidar do Tommy até a família adotiva busca-lo. Pedi um tempo para responder, mas eu gostaria de ser a mãe substituta.
- Sra. Oliver, o Tommy sabe de toda a história?
- Sim. É a história de vida dele.
Kimberly se ajeitou no sofá e deitou no colo da Sra. Oliver. Fazendo isso, falou:
- Estou perturbando a senhora?
- Não, meu amor.
- Continue, por favor.
- Cheguei em casa, depois do plantão da noite, e encontrei o John saindo para o trabalho. Aquele dia, eu o atrasei. Contei toda a história e perguntei se eu poderia realmente nos disponibilizar como família. Mesmo que temporária. Meu marido aceitou na hora. Fiquei tão feliz que voltei ao hospital para falar com a Assistente Social. E deu certo. Uma semana depois, o bebê estava em casa. Tirei uma licença sem remuneração para cuidar do meu Tommy. Ele nasceu para nós na noite do acidente. Eu saí com meu filho nos braços do hospital. Como se ele tivesse sido gerado no meu ventre.
Kimberly suspirou. A Sra. Oliver acariciou a cabeça da moça.
- O Tommy foi amado desde o primeiro minuto, Sra. Oliver.
- Isso mesmo, querida. Fiquei em casa com ele até completar um ano. Depois disso, eu o coloquei na creche do bairro e continuei a trabalhar em dois hospitais. Deu certo. Depois de uns anos, deixei o plantão noturno de um hospital para dedicar-me à Ala Psiquiátrica no diurno. Cuidei  de meninas com distúrbios alimentares. Quando cansei, fui trabalhar meio período em uma clínica.
- Como foi a adaptação do bebê?
- Tommy era bem agitado, mas comia bem e dormia quando necessário. Não estranhou ficar comigo ou com o John.
- O Tommy é um doce.
- Seu marido, meu filho… Sim, ele é um amor.
- Sra. Oliver, ele tem a ideia de adotar crianças mais velhas.
- São as crianças e os adolescentes esquecidos pelo sistema. Alguns passam por diversas famílias até a maioridade.
- Eu quero um bebê. O Tommy já tem a ideia de uma criança mais velha.
- Já pensou em irmãos? Vocês podem pensar em um bebê e um maiorzinho. Você será uma ótima mãe e amará os dois com todas as suas forças.
- Boa ideia. – Kimberly falou sentando-se novamente – Uma última pergunta.
- Quantas quiser, Kim.
- Posso ser direta?
- Eu já sei. O Tommy me questionou sobre a origem dele quando conheceu o irmão.
- A senhora é vidente.
- Sou mãe, Kimberly.
- Como a senhora aceitou? E seu esposo?
- O John é pai e amou o Tommy desde que o viu no berço do hospital. Falou para a atendente que estava indo buscar o filho dele. Nós aceitamos a busca do passado. Contamos toda a história de novo e de novo. Mas não foi numa boa. Eu fiquei triste, porque ele não nos consultou antes de querer procurar as origens.
- Ele decidiu sozinho?
- Kim, eu vou te machucar. Deita aqui no meu colo. Vou te contar, mas quero te proteger.
Kimberly obedeceu e falou:
- Nada vai me machucar o quanto eu machuquei o Tommy.
- O Tommy pediu conselhos para a namorada dele na época…
Kimberly começou a chorar e soluçar. A Sra. Oliver acariciava as costas da nora.
- Sim, meu amor. Era a Katherine. Ela o aconselhou e ele tomou a decisão. Pensei que se fosse com você, você o ajudaria a conversar conosco. Fiquei triste, mas eu os perdoei.
- A senhora preferia a Kat ou eu?
- Kimberly! Eu sempre gostei de você. Eu também gostava da Kat. Não posso dizer quem eu preferia. Posso afirmar o que sinto hoje. Estou muito feliz que você seja a esposa do meu filho e eu te amo demais. – a Sra. Oliver chorava junto com Kimberly.
- Desculpe. – Kim soluçou.
- Tudo bem, Kim. – a Sra. Oliver falou – Acho que, por hoje, chega.
Kimberly sentou-se no sofá e abraçou Jane.
- Obrigada. Muito obrigada. Desculpe.
- Você está cansada, Kim. Vai se deitar. Eu também já vou me recolher.
Kimberly subiu as escadas e foi para o quarto.
- Hei, Beautiful, você está bem? – Tommy já estava deitado.
- Sim, Tommy. – Kimberly sentou na cama e tirou o chinelo.
- Mamãe te contou tudo?
- A maior parte.
- Eu não dividi minha história contigo por medo. Eu acho.
- Tudo bem, meu amor. Eu te amo muito.
- Você chorou, Kim. Eu vejo no seu rosto e ouvi seus soluços.
- Eu me emocionei.
- Além disso, mamãe deve ter falado sobre como decidi saber da minha origem.
- Não quero falar sobre isso agora. – Kimberly engatinhou até Tommy e tirou a blusa – Faça amor comigo.
- Kim, tem certeza? – Tommy puxou-a para cima dele.
- Sim. Eu te amo demais.
- Eu também te amo, Kim.
O casal expressou fisicamente o amor que sentiam um pelo outro.
TKTKTK
Tommy apareceu na cozinha para tomar café com sua mãe. Logo, viu que seu pai havia chegado de viagem.
- Oi, mamãe. – Tommy falou – Papai!
- Bom dia, Tommy. – o pai abraçou o filho – Como foi de lua de mel?
- Foi linda! Minha esposa é um sonho. – Tommy falou.
- Cadê a Kim?
- Tomando banho, pai.
- Tommy, ela está bem? – Jane perguntou.
- Sim, mamãe. – Tommy respondeu.
- Vocês fizeram muito barulho dessa vez. – John riu.
- Papai! – Tommy riu.
- Sua mãe me contou como ela reagiu com a história… – John comentou.
- A Kim está bem, Tommy? – Jane repetiu a pergunta.
- Eu creio que sim, mãe. Ela dormiu a noite toda. – Tommy falou.
- Ou parte dela, né? – John brincou.
- Papai, somos casados. – Tommy riu.
Jane sentou à mesa e iniciaram o café. Logo, Kimberly entrou na cozinha.
- Bom dia! – Kim saudou a todos.
- Oi, querida. Vem tomar café. – Jane apontou a cadeira vaga.
- Oi, mãezinha. – Kim sorriu e beijou a testa da Sra. Oliver. Passou pelo Sr. Oliver e beijou a bochecha dele – Bem-vindo!
- Oi, Kim. Bom ver minha nora feliz! – John sorriu – Sente-se, meu amor.
Kim sorriu e aproximou-se de Tommy.
- Hei, Kim.
- Bom dia, Tommy. – Kim deu um beijinho na boca dele.
Sorrindo, Kimberly sentou à mesa.
- Filha, você está bem? – Jane estava preocupada.
- Estou bem, mãezinha. – Kim sorriu – Um pouco apreensiva talvez. Agora há pouco, recebi uma ligação do médico para adiantar a consulta para hoje.
- Que horas? – Tommy perguntou.
- Às duas da tarde, Tommy. – Kim sorriu.
- Vou contigo, querida. – Jane falou.
- Obrigada, mãezinha. – Kim sorriu – Não deu certo a primeira tentativa.
- Não se preocupe, meu amor. – Tommy acariciou o rosto da esposa.
- Não estou preocupada, Handsome. – Kim beijou-lhe a palma da mão.
- Tommy, as mulheres vão ao médico. Você podia me levar para fazer o projeto do apartamento, né, filho? – John disse.
- Claro, papai. – Tommy concordou.
O dia transcorreu bem. À noite, a família se encontrou na casa do Sr. e da Sra. Oliver. Os dois casais jantavam e conversavam:
- Kim, amanhã, podemos pegar mais uma parte das suas coisas no apartamento e seguimos para nossa casa. – Tommy falou.
- Sim, Tommy. – Kim estava pensativa.
- O que há, meu amor? – Tommy perguntou.
- Sabe que pode nos contar tudo, Kim. – John falou.
- Não deu certo engravidar na lua de mel. – Kim contou – Agora, vamos tentar no próximo mês.
- Está tudo bem, Kim. – Tommy falou e beijou-lhe a bochecha.
- E a papelada para a adoção? – Kim perguntou.
- O que decidiram? – John perguntou.
- Nós conversamos pouco sobre o assunto, mas acho que dois irmãos é um bom começo. – Kim falou.
- Sei, querida. – John brincou.
Kimberly ficou vermelha, mas falou:
- Concordamos em dois irmãos, sendo um bebê e um maiorzinho, entre dois e dez anos. E ainda tenho a esperança de gerar um nosso.
- Não perca essa esperança, Kim. – Jane falou – Quer falar conosco sobre?
- Sim. – Kimberly respondeu.
Então, fale conosco, filha. – John incentivou-a.
Tommy entrelaçou seus dedos com os de Kimberly, encorajando-a a falar.
- O médico disse que ainda tenho chance de engravidar, de forma natural, depois dos próximos passos do tratamento. E tenho que ficar tranquila. – Kimberly falou e sorriu – Logo, logo, vocês serão avós de três!
- Gente! Eu serei papai! – Tommy riu.
- Adoro o otimismo dos mais jovens. – o Sr. Oliver sorriu – Filhos não são fáceis, mas são o eterno amor de nossas vidas.
Kimberly sorriu e garfou mais um pedaço de pizza.

Continua…