28/07/2018

Fanfic "Arquivo X": O Mistério do Madeleine West, Capítulo 5

Título: O Mistério do Madeleine West
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa história. Pertencem a 20 th Century Fox, a Chris Carter, a 1013.
Sinopse: Um navio, uma fórmula, um perfume e um staff superanimado. Onde Mulder e Scully se encaixam? Leia e verá!
Timeline: Onde você quiser.
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5º Capítulo

- Adoro o mar... longe de mim. – Mulder riu.
- Eu amo o mar.
- Seu pai deve ter te ensinado muito a respeito desse gigante.
- Ensinou mesmo, Mulder.
- Você tem sorte, Scully.
- Hei! Não fique triste. Seu pai te ensinou muitas coisa também.
- Eu entrava no mar com a Sam a tiracolo. Não quero mais falar sobre isso. – ele virou o rosto.
- Olhe para mim, Mulder. – ela tocou-lhe o queixo – Estamos em uma quase férias e não quero te chatear. Hei, o que posso fazer por você?
- Quero um barquinho de controle remoto. – Mulder olhou-a intensamente com lágrimas escorrendo pelo rosto – Scully, esse mar é tão lindo.
- Sim. – Scully secou o rosto de Mulder com delicadeza – Está vendo aquele navio gigante, ao lado do com o coqueiro?
- Sim.
- É o nosso resort flutuante. Deixa-me escolher nossa programação?
- Podemos fazer juntos.
- Certo. – Scully entrou entre a grade de madeira do píer e o corpo de Mulder – Pessoas que estão hospedadas no nosso hotel. – ela explicou – Temos de manter as aparências.
- Ok, Laura. – Mulder segurou-a pela cintura.
- Boa noite. – cumprimentou um homem de meia idade – Sou John Castle e esta é minha esposa, Jeanie. Conheço-os do Hotel Marine.
- Claro, Senhor Castle. Sou Robert Petrie e esta é minha esposa, Laura.
- Muito prazer, senhor e senhora Castle. – “Laura” respondeu.
- O prazer é nosso. – Jeanie respondeu.
- Desculpem a abordagem, mas chegamos hoje também e queremos fazer amizade. Por favor, chamem-me de Johnny.
- E podem me chamar de Jen.
- Ok. Prefiro Rob, mas Laura não tem apelido.
- Rob e Laura, ficarão quanto tempo no hotel? – Jen falou sorrindo.
- Mais um dia e meio. Embarcaremos em um navio depois. – “Laura” falou querendo se livrar do outro casal.
- No Madeleine West? – Johnny quis saber.
- Vocês também? – “Rob” perguntou sorrindo.
- Sim. Bom, vamos descansar. Tenham uma boa noite. – o casal Castle retirou-se.
- Ufa! – Scully suspirou e quis sair do abraço de Mulder.
- Fica, Scully. Está tão bom... – Mulder sussurrou.
- Mulder, - ela começou a acariciar o rosto dele – sei que é difícil para você lembrar algumas coisas. Sinto-me culpada por te trazer tais lembranças. Não fique triste!
- Scully, está tudo bem. Você é uma pessoa maravilhosa. É demais para mim! Vamos descansar? Estou cansado, por isso estou chorando.
- Vamos. É o fuso horário acabando conosco.
O casal voltou para o hotel. Entraram no quarto e entreolharam-se.
- Temos uma cama king size e duas poltronas. – Scully falou.
- Eu me ajeito na poltrona. Eu esperava um sofá, pelo menos. Pena que não podemos pedir uma cama extra ou algo mais.
- Não podemos levantar suspeitas. Olha, dividir a cama não será problema, Mulder. A não ser que...
- O quê?
- Que você não queira ou tenha medo de dormir comigo. – Scully sentou na cama e tirou a sandália.
- Você que deveria ter medo de dormir comigo. Eu sou tarado e durmo pelado. – Mulder falou elevando as sobrancelhas maliciosamente.
- Durma a vontade. Eu não ligo. – Dana falou pegando sua camisola e a nécessaire – Vou primeiro. – entrou no cômodo.
Mulder escolheu um de seus pijamas novos. Eram conjuntos de camiseta e shorts. Separou o pijama verde escuro.
- Sua vez, g-man.
- Obrigado. – Mulder passou sem olhá-la. Algum tempo depois, saiu do banheiro – Durma debaixo do lençol. Eu durmo por cima.
- Mulder, se houver mosquitos e estivermos descobertos, teremos mais chances de sermos picados. Outra coisa, eu liguei para a recepção e pedi para não nos acordarem amanhã. Precisamos descansar e respondi algumas perguntas.
- Tudo bem.
- Eu resolvi que tomaríamos café da manhã no quarto.
- Tudo bem, Scully. Que tipo de perguntas? – ele observou-a ajeitar a camisola de seda, de alcinhas, creme que ia até os joelhos.
- Jornal que lemos, se temos alguma preferência de fruta, etc, etc, etc. Tudo para bem atender.
- Ah...
- Vem deitar. Se não se importa, eu vou passar creme nas minhas pernas.
- Fique à vontade. – Mulder sentou numa das poltronas – Vou ficar quietinho aqui.
- Certo. – ela pegou o potinho de creme e espalhou por suas pernas, braços e mãos. Pegou o repelente em spray e passou no corpo – Vem cá, Mulder. Deixe-me passar um pouco em você.
- Estou com muito calor. – Mulder disse ainda imóvel na poltrona.
- Não estamos acostumados com essas temperaturas altas.
- Você se importa se eu dormir sem camisa?
- Não, Mulder. Fique à vontade. É claro que não me importo. – ela o observou ficar em pé, tirar a parte de cima do pijama e jogar na poltrona – Vem, deixe-me te proteger contra os insetos.
Mulder sentou na cama e permitiu que Scully borrifasse o repelente em seu corpo. Depois, deitaram-se lado a lado. Apagaram os abajures e desejaram boa noite. Dormiram e acordaram na manhã seguinte.
- Bom dia, Mulder. – Scully sentou na cama – Vou tomar banho primeiro.
- Isso. Eu quero aproveitar mais um pouco a cama. – Mulder falou sonolento – Faz tempo que eu não dormia assim.
- Aproveite bastante, Mulder. – ela beijou-lhe a testa e levantou-se.
Após seu banho, Scully fez Mulder levantar e ele foi tomar banho. Tomaram café e estudaram o resultado das autópsias durante a manhã.
- Mulder, o que sabe sobre almíscar?
- Só que é uma essência animal. É usado para fazer perfumes. Talvez sua amiga possa responder.
- Vou ligar para ela. – Dana pegou o celular e discou – Hei, Anne. É Dana.
- Dana! Que bom falar com você. Embarcarei amanhã no Madeleine West.
- Meu parceiro e eu também.
- Finalmente! Eu vou conhecer o deus grego que a Melissa falava.
- Descobri algo.
- Chata! Diga.
- Almíscar foi a substância encontrada no exame toxicológico junto com outra não especificada.
- Almíscar é uma substância de odor penetrante e persistente obtida a partir de uma bolsa situada no abdome do almiscareiro macho, usado como fixador em perfumes. Uma das várias substâncias de odor forte obtida de animais como o boi-almiscarado e civeta. Qualquer composto sintético de cheiro semelhante ao do almíscar e empregado no lugar deste. Também é uma árvore ou um arbusto grande, Styrax Glaratum, da família das estiracáceas de folhas oblongo lanceoladas ou alongadas, muito perfumadas, flores brancas, em racemos ou em forma de cacho de uva, e frutos drupáceos e com núcleo duro, globosos e pequenos. É frequente nos cerrados, fornece resina usada em perfumaria que se extrai das folhas dessa planta.
- Termos técnicos, mas eu entendi. Anne, gostaria que lesse o resultado do exame para nos ajudar a desvendar o mistério.
- Claro, Dana. Já pode revelar a cabine em que ficarão?
- Anne, nós iremos disfarçados. É melhor nem saber.
- Nossa! Superagente secreta!
- Não brinca.
- Estarei com uns amigos...
- Diga a ela que nós a procuramos. – interveio Mulder.
- Nós a procuraremos. – Scully falou ao telefone.
- Certo. Preciso ir, querida. Depois, conversamos mais. Tchau.
- Tchau, Anne. – Scully desligou e olhou Mulder sentado apenas com uma bermuda florida em uma das poltronas – O que acha?
- Não sei. Scully, já pensou que não há um padrão entre os casais?
- Já. Mas todos usaram o perfume. Há uma substância desconhecida e um dos corpos tem picadas por grande extensão da pele.
- Não pode ser uma combinação mortal?
- Temos que descobrir. – Dana anotou algo em uma folha sulfite – Estou confusa.
- Vamos respirar um pouco? Sei que o sol está muito quente, mas topa dar uma volta na praia?
- Claro, Mulder. – Scully levantou da cama e calçou o chinelo de dedo – Bermuda e camiseta. Acertei o look?
- Sim. – Mulder vestiu a camiseta – Vamos almoçar no hotel mesmo?
- Sim.
- Vamos entrar no mar?
- Não. Vamos apenas molhar os pés.
- Passou protetor solar?
- Hei! A médica aqui sou eu! Claro que passei! – Scully riu.
- Podemos tomar banho de mar no final da tarde.
- Ótimo!
O casal saiu do quarto. Mulder puxou Scully pela mão, que sorriu.
- Esqueci. – ela sussurrou.
- Tudo bem.
Caminharam pela orla da praia, molharam os pés e aproveitaram o tempo juntos. Voltaram ao hotel e foram almoçar no restaurante.
À tarde, Scully resolveu que iria deitar um pouco e Mulder começou a pesquisar sobre os perfumes de Frank Irving.
- Mulder? – chamou Scully sonolenta.
- Estou aqui. – ele respondeu fechando o laptop – Já acordou?
- Eu não deveria ter dormido tanto.
- O fuso horário acabou com você e comigo também. Ainda temos duas horas antes do jantar.
- Podemos ir comer pizza?
- Claro, Scully. Dorme mais um pouco. Descanse.
- E você?
- Já vou deitar.
- O que está fazendo?
- Pesquisando. Descobri algo.
- Diga. – Scully sentou na cama.
- O Senhor Irving mexia com experiências envolvendo feromônios de insetos.
Continua...

27/07/2018

Fanfic "Arquivo X": O Mistério do Madeleine West, Capítulo 4

Título: O Mistério do Madeleine West
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa história. Pertencem a 20 th Century Fox, a Chris Carter, a 1013.
Sinopse: Um navio, uma fórmula, um perfume e um staff superanimado. Onde Mulder e Scully se encaixam? Leia e verá!
Timeline: Onde você quiser.
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4º Capítulo

Scully foi ao necrotério, mas os corpos já haviam sido liberados para as famílias. Pegou os resultados dos exames e foi encontrar Mulder na delegacia.
- Encontrou algo, Mulder? – ela perguntou ao entrar no carro com Mulder e ligar o ar condicionado.
- Somente o que já sabemos. Está difícil pensa com todo esse calor. Vamos comer alguma coisa no hotel ou quer ir a um restaurante?
- Não sei. Tenho de ler todos esses relatórios, Mulder.
- Viva um pouco.
- Desde quando nós vivemos?
- Hei, Scully, aproveitamos a vida de uma forma peculiar e especial.
- Isso é verdade. Sabe, quero sair para jantar, mas não quero dar sopa andando com essa papelada. Podemos passar no hotel?
- Sim. Quero tirar essa roupa e ficar mais à vontade.
- Você fica lindo de azul. – Scully deixou escapar.
- Obrigado. Você também. Sempre gostei de uma camisa azul que você tem. Combina com seus olhos.
- Obrigada. – ela sorriu – Sempre tão gentil.
- Falo sério, Scully. – Mulder falou.
- Eu também.
Mulder estacionou na porta do hotel e o manobrista veio buscar o carro. Scully juntou a papelada e desceu do carro. Logo, já estavam no quarto.
- Quer tomar um banho, Scully? Descansar?
- Não. Vou deixar a papelada aqui na cômoda. Troque sua camisa.
- Só vou vestir uma de mangas curtas. Não dá para ficar usando todas as roupas da mala. – ele riu.
- Certo. – ela sentou na cama, tirou os sapatos e as meias – Dê-me uma opinião. Sandália ou tênis?
- Você trouxe a casa, Scully. Ponha a sandália.
- Ok. Põe um tênis, Mulder.
Logo, estavam prontos, sentados na cama olhando um guia turístico.
- Quer comer pizza, Scully?
- Estamos na praia, Mulder. Um peixe cairia bem.
- Num restaurante à beira-mar?
- Pode ser. O que acha?
- Maravilhoso. Escolha e terei prazer em levá-la.
- Eu que terei o prazer da sua companhia.
Ambo coraram.
- Então, Mulder, estamos de acordo?
- Sim, Rob.
- Vamos, Laurinha.
Os dois riram e saíram de mãos dadas. Foram à pé ao restaurante. O mar embalava a conversa silenciosa do casal. A noite estava fresca, a lua e as estrelas iluminavam o ambiente juntamente com as lâmpadas chinesas do local.
- Delicioso jantar. – Scully sussurrou – Mas, ainda não encarnei a Laura.
- Está difícil encarnar a personagem? – Mulder falou no mesmo tom.
- Está.
- Ok. Só quando estivermos na frente dos outros. O que faremos amanhã?
- Vou passar a noite lendo os relatórios. Ainda não pensei em amanhã.
- Não, senhora. Você tem que dormir. Pode ler os relatórios amanhã?
- Posso, Mulder. – Scully suspirou.
- E eu o que posso fazer por você?
- Ouvir as minhas anotações.
- Ok. Estranho como eu.
- Farei as anotações e lê-las-ei para você. Melhor?
- Brincadeira, Scully.
- Eu sei. Amanhã, posso refazer nossas malas.
- Nem desfiz a minha mala. Sabe, a polícia local nem deu muita importância ao caso. Alguns casais foram encontrados na água, ou melhor, quase todos. Somente dois casais foram encontrados mortos no navio. E o comandante não quis fazer alarde.
O jantar terminou e Mulder e Scully foram para o píer.
Continua...

26/07/2018

Música para acompanhar o Capítulo 3, da Fanfic "O Mistério do Madeleine West"

Aproveitem!!!

At Last, com a diva Etta James

At Last, com a Cyndi Lauper

Fanfic "Arquivo X": O Mistério do Madeleine West, Capítulo 3

Título: O Mistério do Madeleine West
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa história. Pertencem a 20 th Century Fox, a Chris Carter, a 1013.
Sinopse: Um navio, uma fórmula, um perfume e um staff superanimado. Onde Mulder e Scully se encaixam? Leia e verá!
Timeline: Onde você quiser.
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3º Capítulo – Canção para acompanhar o capítulo: “At Last”, com Etta James ou Cyndi Lauper

- Ótimo! Estamos em segunda lua de mel. – Scully tirou os sapatos e sentou na poltrona – Ok. Assim que descansar meus pezinhos do salto, vamos ver a polícia local e farei as autópsias.
- Descanse um pouco, Scully. Vou tomar um banho. – Mulder falou abrindo a mala.
- Está muito calor nesse lugar. Ponha uma camisa mais fresca. 
- Tudo bem.
- Trouxe aquela de seda azul?
- Trouxe. Vou usá-la. – Mulder tirou a camisa da mala e entrou no banheiro.
Dana ligou para a mãe.
- Alô? – Maggie atendeu.
- Mamãe, já chegamos. Voamos de Primeira Classe e estamos em um hotel de luxo. Tudo bem até agora.
- Que bom, filha. Aprenda algo sobre lugares ensolarados. Você está bem?
- Sim.
- Dê-me notícias, hein?
- Vou tentar, mamãe. Um beijo.
- Tchau, Dana. – Maggie desligou.
Scully colocou um conjunto de blusa e saia florido. Calçou um sapato de salto alto branco e olhou-se no espelho.
- Diferente e linda. – Mulder saiu do banheiro.
- Obrigada. Para você! – ela sorriu – Vou ver os corpos. Você me dá uma carona?
- Claro, Scully. Sabe de uma coisa? Esquecemos-nos das alianças.
- É verdade. Quer reafirmar os votos?
- Sim. – Mulder esperou que ela pegasse a caixinha de joias na bolsa – Eu primeiro?
- Pode ser. – ela observou-o pegar a aliança e a mão esquerda dela.
- Eu, Fox William Mulder... – ele sorriu safado – Ops! Pessoa errada! Este casamento não pode ser anulado por erro de pessoa. Eu, Robert, recebo a ti, Dana / Laura, como minha esposa. Prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te em todos os dias de nossa vida, na alegria e na tristeza, Na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias da nossa vida até que a morte nos separe. – disse deslizando a aliança no dedo anelar da mão esquerda de Scully. Em seguida, beijou as costas da mão da parceira.
- Acho que esse casamento pode ser anulado, sim, por erro de pessoa, mas quero casar. – os dois riram – Eu, Dana Katherine ou Laura, recebo a ti, Fox William ou Robert, como meu marido. Prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te em todos os dias de nossa vida, na alegria e na tristeza, Na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por todos os dias da nossa vida até que a morte nos separe. – ela deslizou a aliança no dedo anelar da mão esquerda de Mulder e beijou a aliança.
- É agora que eu posso beijar a noiva?
- Pode.
Mulder abraçou Scully com carinho e beijou-lhe a bochecha de forma solene.
- Enfim, casados. Vamos, Laura querida?
- Sempre.

Continua...

25/07/2018

Fanfic "Arquivo X": O Mistério do Madeleine West, Capítulo 2


Título: O Mistério do Madeleine West
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa história. Pertencem a 20 th Century Fox, a Chris Carter, a 1013.
Sinopse: Um navio, uma fórmula, um perfume e um staff superanimado. Onde Mulder e Scully se encaixam? Leia e verá!
Timeline: Onde você quiser.
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2º Capítulo

- Eu disse pessoas. – ele sorriu e logo ficou sério novamente – Teremos de ser um casal novamente. Dessa vez, você escolhe os nomes, Scully.
- Por quê? Já somos Rob e Laura Petrie. – ela falou sorrindo – Certo. Fiz progressos. Liguei para Anne Irving, uma amiga, perfumista, e ela me enviou algumas informações.
- Suponho que tenha feito anotações.
- Sim. – ela começou a procurar algo com o pé.
- O que é?
- Perdi meu sapato. – ela riu e revelou os pés descalços sob a mesa – Não importa. Você não acredita o que descobri. A Anne vem estudando este caso há oito meses. Nesse período, vinte e quatro casais morreram por causa dessa substância. Quase um casal por semana, mas não foi divulgado, pois os corpos, em sua maioria, foram encontrados no mar e considerados vítimas de afogamento. O navio Madeleine West, segundo suas anotações, Mulder, foi resgatado e restaurado recentemente. Depois disso, foi transformado em um cruzeiro de luxo novamente.
- Os casais embarcavam e, durante o primeiro dia, o capitão apresentava as dependências do navio.
- Dependências que foram preservadas incluindo seus pertences. Mulder, isso explica porque os vinhos do navio são tão bons.
- E quanto aos perfumes?
- Bom, havia uma cabine especial que guardava as experiências de um perfumista e cientista chamado Frank Irving. Possivelmente, tataravô ou tetravô de Anne. Era uma pessoa rica e estranha para a sociedade da época. Vivia viajando e estudando novas fórmulas para seus perfumes. Quando viu que em sua casa sua nova descoberta não estaria segura, pediu ao Capitão do navio para guardá-las lá e acabou arrendando essa cabine. Seus conhecimentos ficaram encerrados lá, pois o Senhor Irving faleceu dois meses depois que o navio afundou devido a febre amarela, contraída em uma de suas muitas viagens. Anne acredita que essas experiências resultaram em algum tipo de perfume prejudicial à saúde.
- Scully, o que poderia ter matado esses casais?
- A Anne ainda não sabe, mas, ontem, encontrou anotações do Senhor Irving e, quando falei com ela, o material estava sendo analisada.
- Coincidência?
- Na verdade, não. Anne é tão viciada em trabalho quanto nós. Eu achei o sobrenome Irving naquele site que você estava consultando. Tentei e a sorte sorriu para mim. – Scully parecia uma menina que ganhou um brinquedo novo e quer explorá-lo ao máximo – Você não me parece animado com o caso.
- Teremos de fingir novamente.
- Sim. E prepare-se, Rob Petrie. Já marquei nossas passagens para a Califórnia. Esta tarde. Ficaremos em terra dois dias.
- O quê?
- Embarcamos na próxima saída do navio. Ficaremos duas semanas navegando. Skinner já aprovou.
- Você sabe o que eu sinto em relação a barcos.
- Mulder, você estará com sua médica pessoal a tiracolo. Não se preocupe.
- O que mais descobriu, doc? – ele sorriu.
- Muito sobre a arte dos perfumistas, Mulder. Você vai gostar. Agora, vamos arrumar nossas malas. A certidão de casamento e documentos estão na sala do Skinner. Pode ir pegar?
- Claro. Vá para casa e, daqui umas duas horas, estarei lá, certo?
- Está, mas seja pontual. Não quero perder o voo. Consegui dois assentos na Primeira Classe.
- Estamos bem cotados, hein?
- Ok. Achei meu sapato.
Scully calçou os sapatos, vestiu o sobretudo, despediu-se do parceiro e saiu.
Duas horas e meia depois, Mulder chegava ao prédio de Scully.
- Você está atrasado, Mulder. – Scully estava com as malas na porta do apartamento dela.
- Desculpe-me. Tive que fazer algumas compras.
- Está certo, meu filho. – Margareth Scully apareceu atrás da filha – Nós também fizemos compras, não é, Dana?
- Olá, Senhora Scully. – Mulder cumprimentou-a – Eu vou levar suas malas.
- Vai, Mulder. Eu já desço.
Mulder pegou algumas duas malas e desceu.
- Mamãe, obrigada por tudo.
- Boa viagem. Aproveite para descansar um pouco.
Mãe e filha abraçaram-se e despediram-se. Logo, Mulder votou e abraçou-as.
- Mulder! – Dana exclamou.
- Estou carente. Vocês duas são tudo para mim. – Mulder beijou a testa de cada uma – Vamos, Scully?
- Vamos. – Scully pegou a mala de rodinhas e pegou no braço de Mulder.
Depois de todas as malas no carro, Mulder perguntou:
- Dana Scully, você vai passar quantos anos no navio?
- Olha, eu trouxe coisas para você também. Quantas malas você trouxe?
- Duas.
- Eu já trouxe três e minha bolsa. Sei que é exagero, mas comprei algumas roupas de verão para você e para mim também. Além disso, trouxe a roupa de gala, repelentes, bloqueador solar, cremes hidratantes e remédios diversos.
- Eu trouxe meu smoking par ao jantar de gala.
- Chega de conversa, crianças. Não querem perder o voo, né? – Maggie falou chegando perto deles – Boa viagem. Deus os acompanhe.
Mulder e Scully entraram no carro e foram para o aeroporto.
Já dentro do avião, Scully quis saber:
- Você já tem alguma teoria, Mulder?
- Além de achar que é coisa alienígena? Não, não tenho.
- Eu não cheguei a uma conclusão, mas aprendi coisas interessantes. – Scully bocejou.
- Quer descansar um pouco? Vai dispensar a champanhe?
- Vou dormir um pouquinho. Você sabe o quanto fico enjoada voando. Mesmo já tendo acostumado a viajar de avião regularmente. – Scully ajeitou-se na poltrona e fechou os olhos.
Desembarcaram na Califórnia. Pegaram a bagagem e foram retirar o carro alugado na locadora automotiva.
- Tudo bem, Scully? – Mulder perguntou vendo a parceira com o olhar perdido na paisagem.
- Tudo. Dirija! Quero ver a paisagem e se é verdade que ficaremos em um hotel quatro estrelas.
- Eu também quero ver. A viagem de avião foi surreal.
- O Skinner está protegendo-nos. Primeira classe, suíte máster, carro utilizado para leasing... O que será que podemos esperar mais?
- Uma boa cabine no navio.
- Não li o contrato ainda. Está longe ainda?
- Um pouco.
- Então, quero compartilhar com você o que aprendi sobre perfumes. Vem do latim per, que significa por, através de, e do verbo fumáre, fumar, produzir fumaça. Podem ser produzidos com matérias primas naturais ou artificiais. As naturais podem ser de origem vegetal, extraída de flores, plantas e raízes, ou de origem animal, âmbar e almíscar. As artificiais tiveram grande desenvolvimento a partir do século XIX, quando se verificaram os maiores progressos da indústria química e da petroquímica.
- E seu eu te disser que os egípcios, na Antiguidade, consumiam grande número de perfumes no culto aos deuses, no embalsamento dos cadáveres e no culto aos mortos?
- Eu acho que me impressionou, Mulder. Realmente você não fugiu das aulas de História. Retifico o que eu disse.
- Continue. – Mulder sorriu sedutor.
- Há referências na Bíblia ao uso dos perfumes entre os judeus no Gênesis. Encontra-se referência também no Êxodo, citando a composição do perfume a ser usado no culto ao Senhor.
- Eram conhecidos dos etruscos e, em Roma, seu uso se estendeu a homens e mulheres de todas as classes, assim como aos cultos religiosos. Scully, o próximo fato que vou lhe dizer pode encaixar-se no caso.
- Fala. – ela suspirou.
- Durante o Renascimento, os perfumes voltaram a ter uso generalizado, sendo levados a Veneza através do comércio com o mundo árabe e a Florença, de onde se irradiaram para outros pontos da Europa. Uma das últimas viagens do Madeleine West foi para Florença. Talvez o Senhor Irving tenha coletado algum material lá.
- Atribui-se a Catarina de Médici a introdução do uso de perfumes na França, onde, a partir de meados do século XIX, a indústria de perfumaria teve rápida expansão, até atingir a magnitude assumida nos dias atuais.
- O que mais quer compartilhar?
- Nada mais, Mulder.
- Eu reli o caso no avião.
- E?
- Os casais compraram um tipo de perfume afrodisíaco para melhorar o desempenho sexual.
- Li isso. Foram adquiridos na lojinha do navio. Eu farei a autopsiados últimos dois corpos.
- Ainda estão intocados.
- Preciso estudar o resultado das outras autópsias.
- Ok. Pelo endereço, este é o nosso hotel.
O casal de agentes olhou o belo hotel localizados a alguns metros da praia. Apesar de ser uma construção vertical, podia-se ver a beleza do prédio com pintura azulada.
Mulder estacionou em frente a porta do Hotel Marine. O porteiro veio recebê-los.
- Sejam bem vindos. – saudou-os abrindo a porta de Scully enquanto o manobrista abria a porta de Mulder – Sou Angelo Wallace. Este é Carlos Lafayette, manobrista. E este é Mark Byron, que levará suas malas. Gostariam de levar sua bagagem de mão?
- Sim, obrigada. – Dana pegou sua bolsa enquanto Mulder entregava a chave ao manobrista e agradecia-o.
Mulder e Scully pegaram sua bagagem e acompanharam Wallace.
- Por aqui, por favor. – o porteiro disse – Fizeram reservas?
- Sim. – Mulder respondeu – Em nome de Petrie, Robert e Laura.
O casal adentrou o saguão do hotel e foram encaminhados a recepção. A simpática recepcionista entregou-lhes o cartão-chave e indicou o elevador. Subiram e o eficiente funcionário mostrou-lhes o quarto, enquanto o mensageiro trazia a bagagem.
- Apreciem sua estadia. – os funcionários retiraram-se após receber a gorjeta dada por Mulder.


Continua...

24/07/2018

Fanfic "Arquivo X": O Mistério do Madeleine West, Capítulo 1


Título: O Mistério do Madeleine West
Autora: Rosa Maria Lancellotti
Disclaimer: Não são meus e não estou ganhando nada com essa história. Pertencem a 20 th Century Fox, a Chris Carter, a 1013.
Sinopse: Um navio, uma fórmula, um perfume e um staff superanimado. Onde Mulder e Scully se encaixam? Leia e verá!
Timeline: Onde você quiser.
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1º Capítulo

O porão do FBI respirava mistério e podia-se ouvir as engrenagens dos pensamentos dos Agentes Especiais Fox William Mulder e Dana Katherine Scully.
Um novo caso havia chegado à eles, mas, antes de sair à campo, precisavam fazer uma pesquisa detalhada sobre o assunto.
- Mulder, o que será que vamos encontrar nesse navio? Espero que não seja outro vírus. – Scully falou tirando os óculos.
- Precisamos descobrir desde quando perfumes perigosos são transportados em navios, Scully. – Mulder esticou-se na cadeira – Quer ir descansar? Já é tarde.
Dana sorriu e abriu mais uma enciclopédia.
- Vamos continuar. É um caso interessante. Pena que temos que começar por baixo. Skinner quer detalhes históricos. Essa é boa!
- Scully, esse navio, segundo esse site  da Internet, afundou perto de Malibu, na Califórnia. O fato ocorreu durante a Guerra com o México pela anexação dos estados de Novo México, Texas e Califórnia, em 1846.
- Maiores explicações?
- Não. No início, foi navio mercante. Em outra ocasião, serviu como uma espécie de cruzeiro de luxo. Então, voltou a ser um shopping em alto mar.
- E quanto aos perfumes?
- Nada.
- Achei algo, Mulder. Nada muito conclusivo, mas navios trazem perfumes desde a época dos piratas. Além de perfumes, traziam vinho.
- Boa pedida, hein?
- Hum...
- Talvez seja um perfume alienígena.
- Não sei não. Será que seres tão evoluídos, como você diz, iriam passear pela Terra de navio? – brincou Scully.
- Ok, mas deve ter tecnologia extraterrestre, Scully!
- Não vem com essa, Mulder.
- A navegação empírica começou no período Paleolítico e a navegação era costeira. Depois, os povos mediterrâneos desenvolveram técnicas de navegação e inventaram formas de orientação como astrolábios, cartas de navegação e estudos sobre astronomia.
- Os gregos definiram as quatro direções cardeais do horizonte e subdividiram-nas formando uma rosa de 12 rumos ou de 8 rumos, que é chamada de Torre ou Rosa dos Ventos, em Atenas.
- Scully, então após isso ocorreu a expansão marítima, certo?
- Sim. Fugiu das aulas de história?
- Nem de todas.
Os dois agentes riram e voltaram seus olhares para os livros.
O Diretor Assistente Walter Skinner bateu na porta.
- Progressos?
- Senhor, - Mulder começou – por que quer detalhes históricos?
- Pelo fato de que temos de saber o motivo do transporte de tais substâncias.
- E só o passado poderá nos explicar isso. – Scully concluiu – Passaremos a noite pesquisando e, pela manhã, teremos resultados.
- É o que espero. Quero vocês em Malibu em dois dias, senão cabeças vão rolar. Bom trabalho, agentes. – Skinner sorriu e deixou-os sozinhos.
- Ah, Scully. Não tenho ideia do que fazer mais.
- Vou revisar a pasta do caso.
Eram três da manhã, quando Mulder piscou e tirou os óculos.
- Estou cansado. Não achei nada. Vou para casa tomar um banho. Você vem?
- Não. Quero continuar, Mulder. Vai você.
- Acho que trocamos os papeis hoje. – ele riu enquanto levantava da cadeira – Volto daqui a pouco.
- Certo. Tchau.
Após Mulder sair, Scully sentou-se em frente ao computador e começou a procurar o que desejava. As enciclopédias haviam aguçado sua curiosidade e seu instinto investigativo profundamente.
Amanheceu e Fox Mulder voltou ao FBI. Encontrou sua parceira fazendo anotações.
- Você ainda não foi para casa, Scully?
- Bom dia para você também, Mulder. – ela sorriu – Sente-se aqui. – bateu na cadeira a seu lado.
Mulder tirou o sobretudo e o paletó. Sentou-se ao lado da parceira.
- O que descobriu?
- Algumas coisas que você omitiu. Por que não falou que casais morreram após usar tal perfume?


Continua...

20/07/2018

#13 - Grupos Jovens de Jesus, José Antonio Pagola e Carles Such Hernandéz

Em primeiro lugar, é necessário esclarecer o que é um Grupo de Jesus.

Resultado de imagem para grupos jovens de jesusO renomado autor José Antonio Pagola escreveu um livro com encontros para que cristãos, não cristãos e pessoas que não acreditam encontraram-se com Jesus. É um encontro pessoal e comunitário. Pessoal porque cada pessoa faz a sua própria experiência e comunitário porque as pessoas unem-se para estudar juntas.

O livro era dirigido a grupos de estudos com adultos. Foi editada recentemente em Portugal a edição para encontro com os jovens. Na Espanha, o conteúdo foi lançado em dois livros. Ainda não tem a tradução no português do Brasil.


Essa "nova versão" traz roteiros não somente para serem seguidos, mas vivenciados.

Na primeira parte, fazemos a experiência com os textos bíblicos para conhecermos Jesus através de suas atitudes, seus passos, como viveu, como caminhou por este mundo. Na segunda parte, somos convidados a conhecer Deus através de Jesus. 

Tem por objetivo um experiência profunda com Jesus e aprofundando, de modo simples, o essencial do Evangelho.

O livro tem a pretensão de levar os jovens a fazer um percurso a fim de melhor conhecer Jesus e de enraizar a sua vida com mais verdade e fazer um mundo mais humano.

O ponto de partida dos encontros é o "Estou assim", ou seja, parte da minha realidade, de como me sinto hoje. Perpassa pela preparação para ouvir o texto bíblico, a leitura coletiva e individual do texto, reflexão, comentário, partilha, decisão, transformação, expressão, divulgação e compromisso.

Volto a afirmar que são vivências. Algumas delas foram bem fortes para mim. Vivenciei algumas e pude realizar essa experiência de encontro com Jesus e com o Pai.

Quando somos convidados a expressar o que sentimos e o que entendemos do texto e partilha, temos sugestões muito vívidas, com cantos, músicas e formas de colocarmos nosso coração e nossa experiência para fora de nosso corpo.

Após os encontros, também somos convidados a expressar nas redes sociais o que aprendemos e utilizarmos as mídias para evangelização.

Evangelizar não é querer que os outros sejam cristãos; não é impor sua religião para os outros. É divulgar a mensagem de Jesus aos quatro ventos e descobrir que até pessoas que não professam religião alguma são mais cristãos do que aqueles que cumprem as "regras".

O livro é ecumênico e também dirigido àqueles que se consideram "não crentes".

Não dá para descrever muito. É preciso fazer a experiência!

O segundo encontro, com o tema "Que procurais", foi o primeiro que me impactou. E a música sugerida para a expressão entrou profundamente no meu ser. Você poderá ouvi-la no vídeo ao final da publicação.

Aguardo (ansiosamente) que o livro seja traduzido para o português do Brasil e que eu possa utilizá-lo durante a catequese.

É minha nova obsessão: fazer parte de um Grupo de Jesus!

Já havia iniciado a experiência com o livro dedicado aos "adultos", mas a versão "jovem" fez-me ter um contato mais forte e verdadeiro. Talvez, seja pela minha síndrome de Peter Pan, mas são encontros adaptáveis para todos os grupos.

Quem quiser saber mais sobre a iniciativa, acesse o site www.gruposdejesus.com. Também pode procurar a página no Facebook e o perfil no Twitter.

Vale muito a pena conhecer o projeto e o livro! E melhor ainda: fazer a experiência com Jesus e conhecer o Pai através d'Ele.

Fica o apelo para uma das nossas queridas editoras católicas publicarem esse livro maravilhoso!



19/07/2018

#12 - Batismo, Pe. Valter Maurício Goedert

Resultado de imagem para batismo pe valter paulinasDa coleção "Catequistas de adultos", o livro "Batismo - Fonte de todas as vocações", escrito pelo Pe. Valter Maurício Goedert, da Editora Paulinas, traz-nos, didaticamente, informações preciosas sobre o Sacramento da Iniciação Cristã.

O Batismo é a "porta" de entrada na Igreja. Só por esse Sacramento tornamo-nos oficialmente membros da Igreja.

De linguagem tranquila e dirigida aos catequistas, é fonte de formação inicial e continuada.

Enxerguei como formação de catequistas, por estar nessa condição, mas pode ser utilizado com os grupos de pais e padrinhos dos catecúmenos.

Vale a pena conferir!

E quem quiser, o meu exemplar encontra-se disponível para venda ou na Paulinas Editora.

15/07/2018

#11 - O que é Sacramento?, Pe João de Deus Góis

Imagem relacionadaNão costumo contabilizar todos os livros que uso para estudo como livros lidos, mas resolvi que deveria, principalmente no sentido de divulgar o material e expor minha opinião sobre.

Fiz uma leitura fragmentada de um pequeno livro que pode ser lido em meia hora.

"O que é Sacramento?", do Pe. João de Deus Góis, faz parte de uma coleção da Editora Ave Maria, que nos leva a conhecer mais os sacramentos. Óbvio! Porém, convida-nos a fazer uma leitura reflexiva e não tornar a celebração uma coisa automática.

Como catequista e pelo tempo que passei na Formação de Professores, eu levo a sério a formação continuada. E a leitura desses subsídios fazem parte desse estudo.

Só achei a linguagem um tantinho rebuscada para o público em geral, mas vale a leitura.

14/07/2018

#10 - Wicked, Gregory Maguire

Resultado de imagem para wicked livroCaros leitores, perguntinha: Quem já assistiu ao musical "Wicked"?

Pois bem! Eu me apaixonei por esse musical antes mesmo de chegar ao Brasil.

E fui ler o livro que deu origem ao musical procurando aquelas cenas... 

Não rolou!

Mas a história é boa, bem construída.

Eu levei pouco mais de três meses para ler, porque fiquei enrolando e não tenho mais tempo disponível dentro do transporte público.

Resultado de imagem para wicked idina menzel and kristin chenowethAchei bem pesado a forma como foi desenvolvida a história. Fiquei procurando um Fiyero fofinho e uma Elfaba boa e assustadora ao mesmo tempo, mas não foi o que encontrei. Até a Glinda está estranha.

Ficaram algumas dúvidas no ar e algumas respostas eu tive no musical. Muito louco isso!

Mas entre o livro e o musical, eu prefiro o musical.

Vale a pena ler e tirar suas conclusões.

11/07/2018

Crisma na Comunidade São Miguel Arcanjo 2018 - O Arcanjo no ar

A matéria versa sobre o momento abençoado que coroou a caminhada do meu segundo grupo que se preparou para receber o Sacramento do Crisma. Vale a pena ver as fotos e compartilhar conosco da alegria!


Alegria de poder ver adolescentes, jovens e adultos crescendo na fé. Tornando-se mais humanos através do conhecimento profundo do Evangelho.

Parabéns a todos os crismados e todas as crismadas!!!